Corey Taylor fala sobre novas músicas e o futuro do Slipknot

February 15, 2018 in Banda, Corey Taylor

 

 

Corey Taylor diz que já começou a trabalhar em letras para o próximo álbum de SLIPKNOT, que ele diz que o será o “mais autobiográfico” que ele escreveu “em anos”.

Os últimos comentários de Taylor chegam seis meses depois que o percussionista de SLIPKNOT Shawn “The Clown” Crahan revelou que a banda tinha cerca de 27 músicas para o sucessor do .5: The Gray Chapter” de 2014.

A ultima turnê de Slipknot terminou em novembro de 2016, com Taylor retornando para a outra banda Stone Sour no ano passado.

Perguntado em uma nova entrevista com o Musik Universe se ele ouviu alguma música que Crahan vem compondo com os outros membros instrumentais da Slipknot, Corey disse: “Sim, eu tenho. É incrível. Isso é tudo o que vou dizer sobre isso. É tudo o que eu queria. Eles estão me enviando coisas aqui e ali. E é tão engraçado também, porque eles estão, meio , “Nós não queremos enviar nada até que esteja pronto”. E eu estou, tipo, “Tudo bem. Tudo bem”. Tenho sido muito paciente. Já tenho seis músicas, e elas são realmente muito boas. E apenas na forma dessa forma de demo. E por “demo”, quero dizer, realmente, o fato de que é talvez esteja um pouco mais longa do que de fato ela vai ficar. Porque o que você quer fazer é que você quer levar essa ideia e extrapolar-lo até o ponto onde você já esgotou todo o tipo de ideia. E então, você aceita e encurta e acaba tirando e formula essas idéias e você consegue deixa-lo um pouco mais sólido, um pouco mais fluido. E é aí que está no momento agora.”

De acordo com Corey, ele está atualmente “escrevendo letras para três” novas músicas do Slipknot que aparecerão no próximo álbum da banda. “E é escuro – é muito escuro”, disse ele. “Provavelmente é o mais autobiográfico que eu tenho ocorrido nos anos. Apenas pelo fato de ter passado muita coisa nos últimos anos. Então, eu escrevo do ponto de vista de onde eu agora. O que é tão fácil de tocar às vezes e é tão fácil apenas ir lá quase por impulso. Mas agora, estou escrevendo isso do ponto de vista de um homem que passou muito – não apenas um jovem, mas um homem mais velho – e tentando entender as coisas.”

Corey continuou dizendo que o próximo disco do Slipknot chegará no ano que vem. “2019, em algum momento nesse ano, definitivamente vamos gravá-lo”, disse ele. “Vamos terminar de escrevê-lo, gravá-lo e estar pronto para cair na estrada”.

Corey também foi questionado sobre a recente sugestão de Crahan de que o percussionista poderia deixar o Slipknot depois de dizer em uma entrevista que o próximo álbum da banda “poderia ser o ultimo para mim.”

“Todos nós falamos disso”, explicou Taylor. “Eu disse isso no passado. Nós sempre dissemos – e isso não é de forma negativa – sempre dissemos isso quando chegamos ao ponto em que fisicamente não podemos fazer o Slipknot da maneira que queremos nós vamos parar. E para alguns de nós, os anos de estar no Sliknot tem o seu preço. As manhãs frias me chutam a bunda. Meu pescoço, meus joelhos, meus quadris … Sid Wilson já quebrou todos malditos ossos em seu corpo. Clown, ele teve sua parte dos problemas de saúde e outros problemas fisícos. Todos nós tivemos uma lesão nesta banda – do nosso pescoço às nossas retinas. E, honestamente, se essa fosse sua decisão, eu não faria Slipknot sem ele – absolutamente não.”

Admitindo que “tenha sido difícil” para ele “continuar do jeito que somos”, Corey explicou que “nós o fizemos por necessidade, mas ao mesmo tempo, sem Clown … Há uma certa mentalidade que entra em Slipknot e ele começou. Ele sempre foi o visionário para esta banda, para Slipknot, e sem isso, ela se desmorona. Então, sim, se ele fosse embora, isso também seria para mim. E eu digo isso, honestamente, de uma maneira muito maneira positiva, porque nenhum de nós gostaria de continuar a fazê-lo a partir de um ponto de vista meia boca. Ninguém quer ir 50% em um álbum do Slipknot.”

 

Fonte: Blabbermouth

Clown : O próximo disco do Slipknot pode ser o meu ultimo

December 13, 2017 in Banda, Shawn Crahan

Foto : Getty Images

O percurssionista do Slipknot Shawn “Clown”  contou recentemente que ele, o guitarrista Jim Root, e o baterista Jay Weinberg terem 27 novas ideias para o novo álbum.  Crahan disse que tinham “sete ou oito músicas prontas” e que o resto da banda está apenas esperando o vocalista Corey Taylor que saiu e turnê com o Stone Sour.

Agora em uma entrevista ao The Jasta Show, Crahan fez outra revelação interessante sobre o álbum – ele realmente não se importaria se fosse o ultimo. Crahan não diz que a banda acabaria depois desta ou que ele está desistindo, mas ele diz que ele se sente como “isso poderia ser para mim” e que “eu fiz bastante trabalho”.

“Passei quatro meses pensando sobre minha vida e onde estou no momento pois estou em uma posição onde posso ser honesto e admitir o que não quero ser. Muito desta emoção eu trago para a arte e música. E pra ser honesto, as canções que estamos compondo são a prova que estamos indo fundo e nos dispondo a fazer algo por nós mesmos e escrever.

Então estamos compondo e a música está saindo… sinto que são coisas estranhas mas sempre foi assim pra caras como nós. E temos coisa legal, cara. Sinto que pode ser o fim pra mim, estamos ficando velhos. Nunca curti este lance de já deu, não tenho que fazer isto, fodam-se todos. Mas como eu disse, estive refletindo e há muitas coisas que eu poderia dizer sobre amigos, irmãos… somos bons, mas o mundo é muito grande. Trabalhei pra caramba, produzi e fiz remixes e arte e performances, já fiz muita coisa que não ficou registrada.

Não tenho arrependimento de nada que fui ou sou – tudo resulta de circunstâncias e escolhas, e você tem que ser responsável pelas suas. E eu acho que fiz péssimas escolhas e não pretendo mais fazê-las. E como este novo álbum será o sexto e como somos uma banda de hard rock, o tipo de trabalho que fazemos, as letras que Corey escreve, o mundo em que vivemos… digo, estamos ficando velhos, as pessoas morrem. Tudo é muito surreal ao nosso redor. Somos todos velhos e com problemas de saúde e passando por cirurgias”

 

Sid Wilson relembra violento ‘teste’ para entrar na banda

November 12, 2017 in Banda

Sid Wilson lembrou o momento em que uma briga entre ele e Shawn ‘Clown’ Crahan o ajudou a entrar na banda.

O DJ do Slipknot falou recentemente com Brass Knuckles quando ele viu pela primeira vez um show da banda – e como um briga com o Clown provocou o interesse da banda por ele depois que Clown lhe disse anteriormente o quão “loucos” eles eram ao vivo.

Wilson disse : “Eu vou e assisto meu primeiro show do Slipknot. Tem uma música chamada Tattered and Torn e o Clown sai do palco nessa música. Ele fica em contato físico com os fãs , desce até a plateia e luta com eles e os enrola com o cabo do microfone em volta deles e os arrasta pelo chão.”

“Ele decide que vai descer do palco e vir atras de mim, então eu comecei a ficar nervoso. Ele está bem na frente dos monitores e eu o puxei para cima e agarrei a cabeça dele e comecei a socar ele na cabeça o mais forte que podia.”

Ele acresenta : “Eu o soquei seis vezes, ele me empurrou para longe e caiu no palco. Ele rasteja de volta à bateria.  Eu estava tentando nocauteá-lo. Ele virou para o baterista Joey Jordison e diz: “EU não me importo o que vão dizer, essa cara tá na banda.”

 

Fonte : Metal Hammer

 

Clown: “Nós temos oito novas músicas.”

November 1, 2017 in Banda

Já tem três anos desde o ultimo lançamento do Slipknot o .5:The Gray Chapter, mas a máquina de destruição iowana nos mantiveram saciados com o lançamento de um novo filme ao vivo Day of the Gusano. Filmado no primeiro  show da banda na Cidade do México, liderando o Knotfest, a performance histórica foi capturado em varias câmeras e dirigido pelo fornecedor da escuridão do Slipknot Shawn Crahan aka Clown.

Conversamos com o Clown para falar sobre sua experiencia mexicana e e o que o futuro reserva para a banda.

Por que demorou tanto para o Slipknot tocar no México?

Foi financeiro, de ser o momento certo, de pensar sobre essa comunidade. É muito difícil para os garotos pagarem pelos ingressos. Eles têm que trabalhar vários meses. Então não é fácil ir para a Cidade do México e fazer um show.

Por que você filmou esse show em particular?

Nós ouvimos desde o primeiro dia da nossa carreira como os mexicanos são loucos em um show, como eles são unidos. Você diz ‘pula’ e todos pulam, e você pode sentir isso. Então pensamos “Por que não fazer isso e mostrar um Knotfest?” E nós documentamos isso, porque era uma coisa realmente especial.

Qual foi a sua experiência na Cidade do México?

Eu fui cerca de um mês antes para falar com a imprensa e eu sai com todos os produtores – eles me levaram para todos os lugares de comida. Comi todas as coisas autênticas. Comi grilos, comi formigas, larvas. Eu vou comer o que você quiser. Eu amo todas essas coisas.

Você estava preocupado em ir para o México, dado que pode ser perigoso?

Eu vou pra qualquer lugar, cara. Me disseram para não ir em alguns lugares, chegar lá e eles se tornaram meus lugares favoritos. Então, eu sou muito abençoado com o rock’n’roll  me empurrando para situações que me assustam ou estou um pouco inseguro ou que eu não conheço. Rock’n’roll não é politica – eu nunca vou querer me envolver com isso porque não eu não gosto. Mas quem não gosta de rock’n’roll ? A Policia gosta. O exercito gosta. Pessoas religiosas gostam. Você entra nesses territórios com medo,  e você geralmente muito bem recebido de braços abertos porque todos adoram música.

Existem alguns fãs bastante obcecados no filme. E encontrá-los ainda é inspirados para você, mesmo nessa fase?  

É cara. Isso me faz repensar muitas coisas. Eu vejo isso agora, na minha idade, como sendo minha família, minha cultura. Então, se o mundo continuar fodido, eu quero estar com a minha família.

Onde estamos com o novo álbum do Slipknot?

The Gray Chapter foi praticamente uma velocidade de aprendizado final da nossa carreira. Tivemos que substituir um baixista, tivemos que substituir um baterista. Foi um momento muito difícil. As pessoas estavam nos dizendo, “Como a banda vai escrever, Joey e Paul se foram?” Foda-se. Nós fizemos um fantástico álbum que amamos. E continuaremos a fazer isso. Na verdade, temos uma data em que alguns de nós vamos nos reunir em um estúdio e fazer as coisa para o próximo disco.

Sério?

Eu, Jim e Jay foram para fomos para Los Angeles e organizamos tudo o que tínhamos escrito na estrada. Nós escrevemos 50 malditas idéias. Passamos duas semanas organizando tudo isso e adicionando algumas coisas escritas há um ano. Temos  mais de 27 idéias prontas sete ou oito delas são músicas completas.  Essas músicas podem mudar, elas podem  ser escritas, nada está definido. Mas é ótimo termos idéias concretas para começar. Então o futuro nunca foi mais doce para a música do Slipknot. Eu não sei o que o Corey tem em mente, porque ele vai trazer suas próprias músicas, também, mas estamos apenas escrevendo música e recebendo idéias e modos e paisagens sonoras – ficando todas juntas.

E quanto a arte, você geralmente está muito envolvido com esse processo. Alguma ideia se formando?

Estou estudando novas formas de arte para apresentar aos maggots. Porque não só todos os maggots antigos precisam ser inspirados,  e toda essa nova geração que vamos ter quando voltarmos? Eles precisam dizer “Ei vocês tiveram Slipknot toda a sua vida, mas essa arte é feita para nós.” Novos logotipos, novos vídeos, mascaras novas, roupas novas, novas músicas, novo show. Isso é otimo para o Slipknot.

Fonte : Metal Hammer

 

Surfacing eleita a melhor música dos anos 90

September 4, 2017 in Banda

Foto : Gina Ferazzi

Os leitores da Metal Hammer elegeram Surfacing do Slipknot como a melhor música dos anos 90.

Como Corey Taylor nos diz com frequência, Surfacing é o nosso novo hino internacional do foda-se, e tem sido parte do setlist ao vivo da banda desde que foi lançado em 1999 no álbum de estreia Self-Titled.

Uma música de provocação, colocando o seu dedo do meio no rosto de qualquer pessoa que se interponha no seu caminho e não dando a minima sobre o que as pessoas pensam de você – Surfacing deu a juventude alienada um grito de guerra, uma música que resistiu à prova do tempo, ainda carregando o peso que fez há 18 anos atras.

 

Fonte : Metal Hammer

Clown sobre como o Day of the Gusano recaptura a loucura dos primórdios

September 3, 2017 in Banda, Shawn Crahan

Foto : Getty Images

Clown falou sobre como o novo filme Day of the Gusano recaptura a energia do rock’n’roll ruidoso de seus primórdios.

O noneto mascarado do metal voltando sua atenção para a tela grande para seu próximo projeto, que documenta a sua primeira visita à Cidade do México em dezembro de 2015.

Dirigido pelo percussionista Shawn ‘Clown’ Crahan, Day of the Gusano apresenta entrevistas exclusivas com membros da banda e imagens de bastidores. O filme relatará o relacionamento estreito do Slipknot com sua base de fãs, em particular com o mexicano – que são conhecidos como ‘gusano’ (maggots em espanhol) – além de mostrar imagens do show ao vivo da da banda no evento inaugural do Knotfest no México daquele ano.

NME falou com Clown sobre o filme.

Explicando por que os veteranos do metal escolheram o México para o filme, Clown disse: “Como povo, eles tem uma identidade com certeza. As pessoas são muito agressivas em seu amor pela música. Isso realmente os move. Como eles mostram seu carinho como único é o que realmente os move. Se você lhes dizer para sentar ou pular. è todo mundo. É um poder a ser reconhecido”.

“Quando eu estava crescendo, não haviam tatas leis como agora. A maioria das leis são feitas em torno da segurança e do aprendizado do passado. Eu não fui selvagem nesses shows enormes de arena porque às vezes as barreiras e passarelas podem arruinar o que a multidão poderia ter feito. Você pode estar a 9 metros de altura e 9 metros de distância da multidão e você ainda pode sentir isso, mas você precisa ir fundo para ter o mesmo sentimento de estar ao alcance de um braço”.

Clown acrescentou: “Eu cresci curtindo a união de casas pequenas. Você só consegue cerca de 400 pessoas lá dentro. O mundo e os negócios o tornaram menos rock’n’roll”.

Falando sobre como o show recapturou a loucura rock’n’roll de quando começaram, Clown disse: “A coisa mais bonita sobre os primeiros shows do Slipknot é que nem nós e nem os garotos sabíamos o que esperar. Nós amamos essa ideia de rock’n’roll e então depois que acontece você fica tipo ‘puta merda eu estava envolvido com isso’. Já faz tanto tempo que consegui sentir. Você pode sentir isso com os mexicanos”.

“Eu me lembro lembro de sair do palco com minha esposa, eu peguei a minha mão e estávamos caminhando para a van e minha esposa estava tipo ‘você pode sentir isso?’. Você podia ouvir os garotos pisoteando o cimento e meio que assustou a minha esposa. Foi bastante incrível.”

Fonte : NME

As regras do Clown para um disco duplo do Slipknot

September 1, 2017 in Banda

O percursionista do Slipknot Shawn ‘Clown’ Crahan diz que o próximo álbum da banda só será duplo se tiverem muito material bom o suficiente para tal.

Mas ele acrescentou que não tem pressa de voltar a trabalhar com a banda porque ele precisa de mais tempo depois da tour de três anos do 5. The Gray Chapter.

Em 2015, ele falou da possibilidade do Slipknot fazer um álbum conceitual no estilo ‘The Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’ dos Beatles ou ‘The Wall’ do Pink Floyd. E no mês passado ele disse que a banda tinha ‘cerca de 27’ músicas para o próximo disco.

Agora, Crahan disse a MetalSucks : “Agora temos muito material. Isso não significa muito material acabado, mas temos muito material por causa da experiência que passamos pelo ultimo disco”.

“Eu não quero fazer algo pretensioso onde tem a liberdade de se mover, e você tem todas essas transições e pequenas peças de arte”.

“Foda-se – eu quero ficar ocupado. Eu quero te chutar na cara no disco A, nove músicas, então você vai ouvir o disco B, nove músicas, e está tudo acabado antes mesmo do que você poderia imaginar”.

Dizendo que gostaria que ambos álbuns tivessem menos de uma hora cada, com o potencial de tempo de execução de 75 minutos, ele acrescenta: “Não vou forçar um segundo álbum, a menos que esteja lá”.

Mas o próximo lançamento do Slipknot é bem provável que não venha tão cedo, em parte porque o líder Corey Taylor está ocupado com o Stone Sour e, em parte, por outro motivo. “Eu preciso de um tempo”, diz Crahan, “Hoje a vitima coisa que eu queria fazer seria refazer uma máscara ou um disco”.

“Viajei por três anos. No final disso, meu sogro morreu. Meu engenheiro de som faleceu, e estava conosco há 15 anos”.

“A ultima coisa que eu quero fazer é ir para estrada com o Slipknot e tentar recriar algo. Corey lançou um disco e está em turnê. Quando terminar, todos voltaremos, respire fundo e estaremos prontos”.

“Será negócio e arte como de costume, da maneira que você gosta”.

 

Fonte: Metal Hammer

 

 

Review : Loudwire Day of the Gusano

August 31, 2017 in Banda

Foto : Moxi Maldonado

A paixão se traduz em todas as línguas, e isso é exibido de forma completa no novo documentário do Slipknot “Day of the Gusano”. O filme dirigido por Shawn Crahan usa o primeiro show da banda no México no primeiro Knotfest México em 2015 como peça central.

Quando o filme começa, vemos os membros da banda discutindo a estranheza de já terem tocado em todo o mundo, mas nunca terem tocado no país. Mas escolhendo a Cidade do México a banda logo descobriu que estavam em um nível de paixão por sua música que igualava ou até superava o que tinham visto em outros países.

Se você está indo assistir esse filme pela música, você não ficará desapontado. Crahan começa o documentário intercalando cenas da performance com cenas de bastidores da banda no México e a interação com os fãs. As câmeras te levam até o palco com a banda e, em alguns momentos, cara a cara com o Clown e com alguns integrantes da banda. A energia de um show do Slipknot junto com a ação visualmente atraente entregue pelo grupo está em plena exibição, ao mesmo tempo, dando aos espectadores uma visão para o mar de pessoas que lotaram o local no primeiro show da banda no México. Você terá os sucessos como ‘The Heretic Anthem’, ‘The Devil in I’, ‘Wait and Bleed’ e ‘(sic)’, e a multidão cria quase um abalo sísmico no ‘Jump the fuck up’ momento liderado por Corey Taylor. Mas o que torna o filme em algo especial do que só um filme de show são as cenas de bastidores.

O Slipknot chega cedo o suficiente para fazer alguns passeios turísticos antes do show, assistindo acrobatas, fazendo compras na estrada e escalando a enorme Piramide do Sol, fora da Cidade do México, enquanto participam da tradição de fazer um pedido para cada uma das quatro direções. Nós vemos Shawn  Crahan chegando perto do local do show com os fãs perseguindo o veículo com a esperança de ter um vislumbre. E acima de tudo, vemos a resposta maciça à banda da multidão assistindo o show.

Embora milhares de pessoas estivessem disponíveis, o filme se concentra nas historias de alguns fãs, alguns que expressaram o seu amor fazendo mascaras para a banda, fazendo tatuagens em homenagem a cada um dos membros da banda e compartilhando suas historias. O filme não tem legenda, com esses fãs em particular falando em sua língua nativa, mas os olhares em seus rostos e o som da voz se traduzem bem para o espectador. Esses momentos dão emoção ao filme, Crahan explica a conexão afirmando, ‘Eles são eu e eu sou eles’, Enquanto Corey Taylor se abre durante a conversa sobre a conexão dos fãs.

Day of the Gusano não é é só um filme de show, mas também como um documento do “grande coração e paixão” mostrado pelo publico da Cidade do México que fez com que a banda continuasse a trazer o Knotfest de volta ao México desde então.

Fonte : Loudwire