Korn divulga vídeo de cover de Sabotage com o Slipknot

February 6, 2015 in Chris Fehn, Corey Taylor, James Root, Prepare For Hell Tour, Shawn Crahan, Sid Wilson, Slipknot 2015 by Felipe Maia

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Após o lançamento de .5: The Gray Chapter, o Slipknot embarcou em turnê com o Korn para divulgar o novo trabalho. Durante a apresentação da banda de Bakersville pela Prepare For Hell Tour em Londres, no último dia 23, o vocalista Jonathan Davis chamou os mascarados do Iowa para tocar Sabotage, do Beastie Boys. A performance foi gravada e postada hoje em seu canal oficial no Youtube. Confira:

Slipknot: Audiobiography legendada

November 4, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Iowa, James Root, Mick Thomson, Paul Gray, Self Titled, Sid Wilson, Slipknot, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

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No dia do lançamento mundial de seu mais novo álbum, o .5: The Gray Chapter, no dia 21 de outubro, o Slipknot, em parceria com o Google Play, presentou seus fãs com um vídeo intitulado Audiobiography onde a banda conta, álbum por álbum, como foi construída toda a carreira que culminou no quinto álbum, número 1 de vendas. Em depoimentos bem sinceros, Corey Taylor, James Root, Mick Thomson, Chris Fehn, Michael Shawn “Clown” Crahan e Sid Wilson (numa participação especial), contam, dos seus pontos de vista, tudo que envolveu os álbuns Slipknot (1999),  IOWA (2001), Vol. 3: (The Subliminal Verses) (2004), All Hope Is Gone (2008) e o .5: The Gray Chapter (2014).

Legendas exclusivas feitas pelo pessoal da Slipknot –  Vídeos, no Facebook. Confiram:

Parte 1: Slipknot (1999)

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Assista aos dois dias do Knotfest

November 4, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest, Knotfest 2014, Mick Thomson, Monsters of Rock, Paul Gray, Sarcastrophe, Sid Wilson, Slipknot, The Devil In I, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

Nos dias 25 e 26 de outubro, o Slipknot voltou aos palcos, no seu festival Knotfest, depois de mais de um ano sem apresentações ao vivo, sendo a última aqui no Brasil, no Monsters Of Rock, que também foi o último com o baterista Joey Jordison. A expectativa era grande para os primeiros shows com as novas máscaras, novas roupas, novo set e novos membros. Com dois sets praticamente diferentes nas duas noites, a banda mostrou tanto aquilo que a consagrou como uma das melhores bandas ao vivo, como também deu um gostinho do que esperar do novo Slipknot. Confira:

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Shawn Craham: “Eu perdi meus pais e não foi tão difícil como perder Paul”

October 21, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Brenna Gray, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Goodbye, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Mick Thomson, Paul Gray, Sarcastrophe, Self Titled, Shawn Crahan, Sid Wilson, Skeptic, Slipknot, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

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“Eu não costumo deixar as pessoas me verem chorar”, diz o percussionista Shawn Crahan, do Slipknot, com naturalidade. “É muito difícil. Mas quando eu ouvi o que Corey Taylor cantou na música ‘XIX’, eu chorei e chorei e chorei. Doía demais.”

“XIX” é o canto fúnebre que começa o .5: The Gray Chapter, quinto álbum de estúdio dos ameaçadores mascarados do metal, primeiro desde a morte de seu amigo e companheiro de banda Paul Gray, ocorrido em 2010. Crahan, mais conhecido por usar uma máscara de palhaço ensanguentada e convulsionar seu corpo durante os shows frenéticos da banda, tinha construído a faixa como um elogio de três minutos para Gray, baixista fundador do grupo, que morreu de uma overdose acidental de morfina e fentanil analgésico. Crahan falou as palavras de abertura da canção: “”This song is not for the living; this song is for the dead”. (Esta música não é para os vivos, é para os mortos) Mas são as letras que o vocalista Corey Taylor escreveu que o levou às lágrimas: “Walk with me, just like we should have done right from the start/Walk with me, don’t let this fucking world tear you apart” (Caminhe comigo, assim como deveríamos ter feito desde o início/Caminhe comigo, não deixe que a droga desse mundo acabe com você).

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by Hannya

Vol. 3 – Especial 10 Anos

October 2, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Corey Taylor, James Root, Joey Jordison, Mick Thomson, Novo Álbum 2014, Paul Gray, Shawn Crahan, Sid Wilson, Slipknot 2014 by Hannya

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O Slipknot é capa da última edição da Revolver, que está nas bancas e disponível online. Enquanto a banda se prepara para lançar o seu novo álbum altamente antecipado, .5: The Gray Chapter , a Revolver volta no tempo da fabricação de cada um dos álbuns anteriores dos maníacos mascarados.

Aqui, os membros da banda que gravaram em 2004 o Vol. 3: (The Subliminal Verses) – incluindo o falecido baixista Paul Gray e o ex-baterista Joey Jordison – voltam no tempo para analisar o então clássico álbum, que inclui canções como “Duality”, “Before I Forget” e “Vermilion”. A matéria foi lançada originalmente em 2011 no “Book of Slipknot’ special issue”.

Para ajudá-los a expandirem além do ódio, nojo e sobrecarga do metal, eles recrutaram Ross Robinson como produtor, Rick Rubin como guru de estúdio, que já havia trabalhado com todo mundo desde o Slayer até Johnny Cash; para gravar um novo álbum que é, inegavelmente, vicioso e assustador, mas também conta com ganchos de ritmo suficientes e harmonias vocais de trazer a banda de volta para mais perto do mainstream. Os resultados ainda são pouco convencionais ou confortáveis, no entanto. Mesmo as baladas de rádio como “Vermilion Pt. 2” e “Duality” estão cheias de toques experimentais e inegável escuridão.

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by Hannya

Novas máscaras: um olhar mais aproximado

September 17, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, James Root, Mick Thomson, Novo Álbum 2014, Shawn Crahan, Sid Wilson, Slipknot, Slipknot 2014, The Devil In I by Hannya

A página oficial do Slipknot compartilhou um vídeo que mostra com mais detalhes as novas máscaras dos integrantes. Confira o vídeo abaixo.

Lembrando que o novo álbum – .5: The Gray Chapter – será lançado dia 21 de outubro pela Roadrunner Records.

by Hannya

O Slipknot vai rodar o mundo no ano que vem

September 9, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Donnie Steele, James Root, Joey Jordison, Mick Thomson, Novo Álbum 2014, Paul Gray, Shawn Crahan, Sid Wilson, Slipknot 2014, The Negative One by Hannya

O Corey Taylor confirmou que a banda vai “cobrir o planeta” em turnê no próximo ano, após o lançamento do muito aguardado álbum .5: The Gray Chapter.

 

E seus comentários sobre suas letras parecem confirmar as especulações de que a música The Negative One poderia ser sobre o ex baterista Joey Jordison.

 

O vocalista diz que é um alívio ver a luz no fim do túnel após a morte do baixista Paul Gray, em 2010, e da turbulência interna que levou à demissão de Joey no ano passado.

 

Corey diz ao 94,3 KILO: “Há um punhado de músicas do álbum que são sobre o Paul. Há um monte de canções sobre a banda e tudo o que passamos nos últimos quatro anos; todas as emoções que tivemos de enfrentar, a reação do mundo”.

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IOWA: 13 anos assombrando o mundo

August 29, 2014 in Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Iowa, James Root, Joey Jordison, Mick Thomson, Paul Gray, Shawn Crahan, Sid Wilson, Vol. 3 by Slipknot Brasil

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Com o Slipknot se preparando para lançar o seu novo álbum altamente antecipado, 5: The Gray Chapter , a Revolver volta no tempo das fabricações de cada um dos álbuns anteriores dos maníacos mascarados. Aqui, os membros da banda que tocaram no IOWA de 2001 – inclusive o falecido baixista Paul Gray e o ex-baterista Joey Jordison – damos uma olhada no passado do então atual clássico, que inclui canções como People = Shit, Disasterpiece, e Left Behind. A matéria foi publicada originalmente em nossa edição especial “Book of Slipknot” de 2011.

Depois de uma turnê de dois divulgando seu álbum de estreia na Roadrunner, o Slipknot volta ao estúdio com o produtor Ross Robinson para gravar seu álbum seguinte, ansiosamente aguardado. De imediato, ânimos exaltados. Felizmente, os membros da banda foram capazes de canalizar a sua animosidade em sua música, criando um álbum mais extremo ainda. Canções como “Disasterpiece”, “People = Shit” e “The Heretic Anthem” clamam muito mais por um death metal do que a moda de angústia do nu-metal. A última faixa, “Iowa”, enquanto isso, ataca de outra forma: um número psicodélico, escuro, cheio de diálogos dignos de um assassino em série, zumbidos, suspiros enervantes, gritos, e as coisas que vão colidir na noite, ela coloca o medidor do assustador no vermelho .

MONTE CONNER (então chefe DO setor de artistas e repertório da Roadrunner) – Todo mundo achava que eles iam fazer um álbum covarde e tornar-se mainstream. Eles fizeram um disco que foi substancialmente mais pesado. Quando eu ouvi pela primeira vez, eu adorei, mas como um cara de etiqueta eu pensei: “O que vamos fazer com isso?”

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