Corey Taylor: “A ‘trollagem’ online está prevalecendo porque as pessoas não conseguem se relacionar umas com as outras”

November 9, 2014 in Corey Taylor, Slipknot, Stone Sour, You Rock Foundation

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O vocalista do Slipknot e do Stone Sour, Corey Taylor, recentemente fez uma parceria com a The You Rock Foundation para falar sobre depressão e suicídio.

Ele falou sobre suas batalhas pessoais com a doença, assim como detalhou suas tentativas de suicídio – e também como  superou essa fase difícil com o poder da música e da escrita.

“Eu gravei [o vídeo] um tempo atrás e eles acabaram de postar, e a reação tem sido fantástica”, Taylor contou para Tina Smash, da rádio Rock 105.5 na Carolina do Norte. “Estou feliz que as pessoas responderam bem a isso.”

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James Root sobre o Slipknot: “Esta banda é uma anomalia”

October 1, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Corey Taylor, Donnie Steele, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Paul Gray, Shawn Crahan, Slipknot, Slipknot 2014, Soundwave 2015, Stone Sour, The Devil In I, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses)

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Existe muita pressão quando você é de uma das maiores bandas do mundo, com legiões de seguidores esperando ansiosamente pelo seu próximo lançamento. Mas quando está prestes a embarcar no primeiro ciclo sem dois elementos-chave, esta pressão se multiplica. É o caso do Slipknot.

Apesar das pressões gêmeas de trazer dois novos integrantes numa locomotiva que opera por quase duas décadas e também honrar o amado falecido baixista, o guitarrista James Root lembra de como a produção de .5: The Gray Chapter foi algo catártico e terapêutico.

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Jim Root sobre o Stone Sour: “Eu não estava mais feliz naquela banda”

September 23, 2014 in .5: The Gray Chapter, Corey Taylor, James Root, Paul Gray, Stone Sour, The Devil In I

jimrootfendersignaturevid_638O ex-guitarrista do Stone Sour, Jim Root, diz que ficou magoado e com raiva depois que foi demitido da banda no final do ano passado, mas afirma que isso acabou sendo “para o melhor”, porque ele “não estava realmente feliz” mais no grupo do vocalista Corey Taylor.

Root, que também é membro do Slipknot e foi um dos principais contribuintes para a composição das músicas do novo álbum da banda, o .5: The Gray Chapter, ao lado de Taylor, disse à revista Revolver: “Tornou-se evidente para mim estar perto do final do ciclo de álbuns com o House of Gold & Bones (do Stone Sour) que já tinha basicamente percorrido o seu curso. Mas a banda continuou empurrando mais datas, e eu estava tipo: ‘É hora de parar!’”

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Slipknot: de 2008 até os tempos atuais

July 16, 2014 in All Hope is Gone, Antennas To Hell, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Donnie Steele, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest, Mayhem Festival 2012, Mick Thomson, Novo Álbum 2014, Shawn Crahan, Sid Wilson, Slipknot, Slipknot 2011, Slipknot 2012, Slipknot 2013, Slipknot 2014, Stone Sour

Todo mundo na internet está enlouquecido com o novo teaser do Slipknot que apareceu no Slipknot1.com. Mas, para colocá-lo em contexto real, precisamos olhar para trás, desde o último lançamento musical do Knot em 2008.

ALL HOPE IS GONE É LANÇADO
Após Psychosocial dominar as pistas de dança de todo o mundo, All Hope Is Gone é lançado em agosto de 2008 com a aclamação universal dos críticos, fãs e produtores musicais em pleno funcionamento em todos os lugares.

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O melhor show que Donington viu pós-era Monsters Of Rock e um desempenho marcante que ficará registrado na história do heavy metal. A primeira apresentação da banda em um festival inglês foi, simplesmente, uma lenda e concretizou o seu status como uma das maiores bandas de metal de todos os tempos.

A MORTE DE PAUL GRAY

A tragédia atingiu o Slipknot quando o baixista Paul Gray faleceu em 24 de maio de 2010. O coração da banda, um dos membros fundadores e, fundamentalmente, um dos compositores principais da banda havia ido embora. Não há palavras para descrever o impacto desta tragédia. Familiares, amigos, colegas e fãs perderam uma lenda e um homem que nunca iremos esquecer.

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA SOBRE A MORTE DE PAUL GRAY

Em uma das mais angustiantes e desconsoladas amostras de emoção humana que você nunca vai ver, os membros restantes do Slipknot participaram de uma conferência de imprensa para anunciar a morte de seu irmão. Em pouco menos de 8 minutos, esta conferência seria para sempre lembrada como algumas das imagens mais angustiante e dolorosas na história do metal.

SEGUINDO EM FRENTE

Como a banda estava há algum tempo em inatividade no momento da morte de Paul Gray, os membros restantes do Slipknot continuaram como o planejado e seguiram caminhos separados musicalmente. Joey iria gravar e excursionar um segundo álbum do Muderdolls, Women And Children Last, bem como assumir a bateria com Rob Zombie. Shawn Crahan lançou um álbum com seus Dirty Little Rabbits e Corey Taylor iria lançar um novo álbum do Stone Sour, Audio Secrecy, em setembro de 2010 e seu primeiro livro: The Seven Deadly Sins: Setting The Argument Between Born Bad And Damaged Good in 2011.

ANTENNAS TO HELL/ A VOLTA PARA A ESTRADA

Depois de um ano de luto, o Slipknot voltou à estrada em 2011 para um número seleto de shows no festival da Europa. Estes incluíram uma performance no Sonisphere 2011, completo, com um minuto de silêncio em memória de Paul Gray. Em 2011 também se viu uma reedição de Iowa para marcar o 10º aniversário do álbum.

No ano seguinte, a banda seria a atração principal do MayhemFestival em todos os EUA, assim como o primeiro Knotfest em Wisconsin,todos em apoio à primeira grande compilação de êxitos da banda, o Antennas To Hell. Toda a arte e toda a coleção foi dedicada aos anos que Paul Gray estava com a banda. O guitarrista original do Slipknot, DonnieSteele, iria tocar baixo em todos os shows, escondido da plateia, atrás do kit de bateriado Joey.

2013: UM ANO DE RELATIVA INATIVIDADE

Apesar de ser a atração principal de um conjunto triunfante no Download Festival pela segunda vez, o Slipknot permaneceu relativamente inativo durante grande parte de 2013. Conforme Corey e Jim Root excursionavam a segunda parte do House Of Gold And Bones do Stone Sour, a especulação começava a atingir seu auge sobre a banda se reunir para começar a trabalhar em um novo álbum do Slipknot, com o Clown dizendo em 2014 que “o Knot está de volta, há sangue no ar, há arte para ser feita”.

JOEY JORDISON NÃO FAZ MAIS PARTE DO SLIPKNOT

Em uma das declarações mais chocantes nos últimos tempos, o Slipknot fez o anúncio em 12 de dezembro de 2013 que Joey Jordison não estava mais na banda após 18 anos de serviço. A banda citou “razões pessoais” e pediu “respeito ao silencio”, que foi quebrado em 01 de janeiro de 2014 pelo próprio Joey, que emitiu um comunicado que “não saiu do Slipknot” e foi “pego de surpresa” com a notícia como todos os fãs da banda. Ainda não há nenhuma razão pública ou determinação por trás da saída do baterista até hoje.

STONE SOUR DISPENSA JIM ROOT

Em 17 de maio deste ano, o Stone Sour confirmou que eles estavam se separando do Jim Root. Isto não teve qualquer influência sobre o papel de Jim dentro do Slipknot e enquanto o guitarrista ia para o Twitter para desabafar seu descontentamento em não estar no Stone Sour (“Não foi minha decisão. Não estou contente com isso.”), Corey Taylor confirmou no mesmo dia que “Jim e eu ainda estamos trabalhando juntos no Slipknot e o álbum está quase pronto “. Mais uma vez, isso foi dito no Twitter.

E agora, em Julho de 2014, o Slipknot lançou um teaser de 15 segundos para aguçar ainda mais a expectativa dos fãs. A partir de agora, pra onde eles vão?

 

Fonte: Metal Hammer

Corey Taylor sobre a nova fase do Slipknot: “Nós meio que nos tornamos esses anti-Twitter, anti-Facebook, anti-Instagram e anti-tudo.”

June 4, 2014 in All Hope is Gone, Banda, Corey Taylor, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest, Self Titled, Slipknot 2014, Stone Sour, Vol. 3

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No final do mês de maio, a Ultimate Guitar entrevistou o vocalista do Slipknot e Stone Sour, Corey Taylor, onde ele falou sobre Dio; as gravações dos álbuns das duas bandas; sobre o novo álbum dos mascarados; Knotfest; e outras coisas. Confiram a entrevista na íntegra.

A primeira coisa que Corey Taylor diz que quando a conversa começa é: “Ei, eu estou bem. Está tudo bem. Eu adoro a ironia de dar uma entrevista ao Ultimate-Guitar, hahaha”. Minha resposta é que a UG cobre cantores, tecladistas e bateristas. Corey responde, dizendo: “Eu sou um pouco de todos, hahaha. Estou abraçando tudo isso.” É uma declaração reveladora do cantor do Stone Sour e Slipknot, porque Corey não é apenas o vocalista dessas duas bandas, mas um promotor de concertos – o Knotfest é sua criação – e romancista. Mas ele é, obviamente, mais conhecido como cantor e a conversa começa falando sobre outro vocalista lendário que desempenhou um papel importante na vida de Corey como um artista.

UG: Quais são as suas lembranças sobre o primeiro encontro com Ronnie James Dio?

CT: Nós nos encontramos algumas vezes, de passagem, mas não era nada de importante. O tempo real que eu o conheci e realmente comecei a sair com ele foi um pouco antes dele morrer. Nós dois estávamos na premiação da Revolver Golden God em Los Angeles. E nós dois disputávamos para Melhor Vocalista. Provavelmente foi a única vez que eu estava torcendo para alguém ganhar, porque eu tinha acabado de me tornar um grande fã de Ronnie para sempre. Então, eu estava tipo, “Oh cara, ele vai me detonar. O quê? Você está louco?”

 

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Corey Taylor fala sobre Slipknot e Stone Sour

April 18, 2013 in Corey Taylor, Slipknot 2013, Stone Sour

Foto: Mary Ouellette, SheWillShootYou.com

O grande ano do Stone Sour continua. A banda está na estrada para a turnê Road to the Golden Gods”, uma viagem que promove a tradição do metal, destacando os principais artistas dos dias de hoje, a turnê deste ano apresenta Stone Sour e In This Moment. Além disso, o vocalista Corey Taylor vai atuar duplamente no final deste ano, quando suas bandas Slipknot e Stone Sour realizarão a rara façanha de tocar no mesmo fim de semana como parte do Ozzfest Japão e do Download Festival. A Loudwire entrevistou o Corey Taylor, que falou sobre o que ele espera das turnês e como é tentar equilibrar suas duas bandas, quando se trata de tocar ao vivo.

Você está de volta a estrada com o “Road to the Golden Gods” – uma turnê que realmente carrega esse tipo de bandeira do metal. O que significa para você ter a chance de tocar nessa viagem?

Estou muito feliz com isso. Parece que nos últimos anos nós fomos empurrados de volta para o canto de novo e agora parece que o rock e o metal estão começando a voltar um pouco. Não muito , mas um pouco. E eu acho que é por causa do fato de que muitas bandas que realmente começaram a carregar o fardo por tanto tempo estão começando a obter o seu valor. Mais e mais pessoas de diferentes gêneros estão começando a prestar homenagem ao fato de que eles ouviram a certas bandas quando eles foram crescendo e se não fosse por essas bandas, eles não estariam fazendo música agora.

Então, eu estou muito orgulhoso do fato de que eu não estou apenas representando o rock, mas o heavy metal e que eu também estou tentando fazê-lo de uma forma muito original. Parece sempre que as pessoas que recebem mais destaque no nosso gênero são aquelas que estão um pouco perto da cerca em termos de dramas pessoais, atitude ou ego ou de seus vícios ou outros enfeites e eu estou tentando representar o contraponto. Estou tão chateado, eu sou tão cheio de atitude, mas ao mesmo tempo eu estou tentando abordar o heavy metal de uma forma talvez um pouco mais inteligente, talvez um pouco mais criativa. Estou tentando dar o outro lado da moeda, por isso não é um clichê. Nada me repugna mais do que um clichê e eu estava em perigo de cair nessa armadilha há muito tempo e, felizmente, eu fui capaz de me puxar para fora disso, por isso estou tentando representar o outro lado do mesmo e ser algo um pouco mais positivo e interessante neste mundo. Talvez eu esteja fazendo a coisa certa, talvez eu esteja fazendo errado, mas pelo menos eu estou tentando ser eu mesmo.

No Ozzfest Japão e Download deste ano, tanto o Slipknot e o Stone Sour estão no lineup em conjunto. O que significa para você ser capaz de mostrar os dois lados do que você faz dentro de grandes eventos como este?

É um monte de trabalho, eu vou te dizer isso. É uma daquelas coisas onde eu concordei e eu sei que vai chutar a minha bunda. Mas, ao mesmo tempo, é legal porque não consigo fazê-lo muito. Eu sinto que os fãs, às vezes, desenham linhas entre nós, onde você pode ser um de um ou outro, mas não necessariamente em ambos. Portanto, esta é uma ótima maneira de mostrar alguma união, porque essas bandas se dão muito bem e complementam um ao outro em uma série de maneiras, então a melhor maneira de  mostrar aos fãs que isso é uma coisa boa é ir lá e fazer um punhado de shows juntos e realmente mostrar o apoio que temos uns pelos outros.

Fonte: Loudwire

 

Corey Taylor explica como foi ver um show do Slipknot antes de entrar para a banda

April 3, 2013 in Corey Taylor, Stone Sour

Foto: Paul A. Hebert, Getty Images

O Stone Sour está de volta e com força total. Seu novo álbum, House of Gold & Bones – Part 2, sai dia 09 de abril e é a segunda parte do álbum conceitual House of Gold & Bones.

Nós o ouvimos na Noisecreep e o álbum é um monstro  profundo, escuro, barulhento e pesado do metal clássico. O Stone Sour também está lançando uma série de quadrinhos inspirado no álbum e escrito inteiramente pelo vocalista Corey Taylor. A banda também está na estrada fazendo shows nesta primavera que irá incluir uma performance no quinto anual Revolver Golden Gods Awards no dia 02 de maio no Club Nokia, em Los Angeles.

Nós tivemos a chance de falar com Corey e como de costume, ele não decepcionou. Ele é um grande contador de histórias e tão apaixonado em conversar sobre como ele é no palco, estando à frente do Stone Sour ou daquele outro grupo que você deve conhecê-lo, o Slipknot.

Corey, estamos amando este novo álbum. Você está feliz com isso?

Eu sabia que era realmente formidável imediatamente depois que eu ouvi as mixagens. Nós estamos falando de “doces ouvidos”, sério. As pessoas que ouviram até agora estão totalmente envolvidas, do modo como nós juntamos e damos sequência  para o enredo que vem, então tudo parece realmente funcionar para as pessoas. Estou tão animado sobre este cd como qualquer coisa que eu tenho feito com qualquer banda. Ele realmente soa massivo.

E você tem sua primeira revista em quadrinhos, também.

Sim e eu tenho que lhe dizer, para um nerd de quadrinhos como eu, é realmente um grande negócio. A coisa é ser uma história em quadrinhos nerd chique, agora. Quando eu era criança, você tinha seu traseiro chutado por ser um leitor de quadrinhos e agora é como algo que está na moda, o que eu acho muito irônico.

Você tem uma história em quadrinhos favorita de quando era criança?

Bem, eu era um garoto da Marvel e eu tenho que dizer que Homem-Aranha é meu personagem favorito de todos os tempos. Quando fiquei mais velho, meus gostos desenvolveram um pouco mais e eu seguia certos escritores, como de fato segui o Grant Morrison. A partir do momento que eu tinha 5 anos, eu mergulhei nos quadrinhos. A partir do momento que eu aprendi a ler, foi tudo sobre quadrinhos. Quer dizer, eu sou um colecionador de quadrinhos e agora, como um nerd adulto, o que é muito legal. Mais uma vez, você tem que entender, eu estava lendo The Walking Dead quando saiu como uma história em quadrinhos. Agora eu vejo o que está acontecendo, vejo coisas na televisão e no cinema e eu sou como, foda-se, pessoas! Para todos nós que levamos a sério quadrinhos, todos nós voltamos atrás e dizemos, você só pode estar de brincadeira. Mas, novamente, nós podemos dar o dedo para todo mundo e dizer, nós sabíamos o quão legal que eles eram antes deles eram legais.

Corey, houve algum show que você viu no início da vida que te afetou intensamente?

Tem alguns que fizeram isso comigo. O primeiro eu tenho que dizer foi a turnê do Metallica que eles fizeram para o álbum … And Justice for All, com Megadeth e Alice in Chains, também na mesma lista. Como uma banda icónica que o Metallica tornou-se, eu acho que às vezes nos esquecemos de quão cru eram no início de sua carreira e para um garoto de 15 anos de idade, como eu, isto foi alucinante. Quero dizer, foi além. Mas há outro show que eu acho que teve o maior impacto na minha vida e isso é algo que poucas pessoas conseguiram experimentar.

Conte-nos sobre isso.

Bem, eu fui para ver um show do Slipknot em Iowa. Isso foi dois anos antes de eu entrar na banda. O Stone Sour estava tocando na noite seguinte e assim fomos ver o Slipknot e eu nunca tive esse tipo de sentimento antes, de ver uma banda com esse tipo de energia. Eles marcharam em meio a multidão e então eu disse para mim mesmo, essa é a banda que eu quero cantar. Então pense nisso. Quantas pessoas começam a ir ver uma banda que é como sua banda favorita no mundo, e logo depois eles se encontram sendo o vocalista? É a coisa mais legal do mundo e eu estou feliz que você perguntou sobre isso, porque é bom para me lembrar de como eu era naquela época, quando eu vi pela primeira vez o Slipknot. Quero dizer, é estranho, eu ainda sou um fã da banda desde quando os vi na época, e basta olhar para o que aconteceu. Eu estou dizendo a você, cara, inacreditável.

Fonte: NOISECREEP

Revolver Golden Gods Awards: votações abertas.

January 30, 2013 in Corey Taylor, Stone Sour


Estão abertas as votações para o Revolver Golden Gods Awards desse ano.  A premiação acontece em maio e o Slipknot/Stone Sour concorrem nas seguintes categorias:

[VOTE] Melhor Baterista – Roy Mayorga (Stone Sour)

[VOTE] Melhor Vocalista – Corey Taylor (Slipknot/Stone Sour)

[VOTE] Melhor Banda ao Vivo – Slipknot

[VOTE] Fãs mais dedicados – Slipknot

[VOTE] Álbum do ano – House of Gold and Bones Pt. 1 (Stone Sour)