Corey Taylor e Ozzy Osbourne anunciam “Ozzfest meets Knotfest”

May 12, 2016 in Banda

OZZFEST-KNOTFEST
Em um evento hoje na Califórnia, Corey Taylor e Ozzy Osbourne fizeram uma coletiva de imprensa acompanhados por Sharon Osbourne, Zakk Wylde, Jamey Jasta, Scott Ian e outros para anunciar a junção de dois festivais: Ozzfest meets Knotfest.

O evento acontece em San Bernardino na Califórnia nos dias 24 e 25 de setembro e conta com três palcos. Confira o lineup anunciado até o momento:

24/09
Headliner: Black Sabbath
Megadeth
Disturbed
Opeth
Children Of Bodom
Municipal Waste
Goat Whore
Deadcross
Kataklysm
Nails
Still Rebel
The Shrine
Black Label Society
Rival Sons
Hatebreed
DevilDriver
Huntress

25/09
Headliner: Slipknot
Slayer
Amon Amarth
Trivium
Anthrax
Sabaton
Butcher Babies
Overkill
Combichrist
Whitechapel
Suicide Silence
Emmure
Man With a Mission
Death Angel
Oni
Sin
Os ingressos começam a ser vendidos na sexta feira: http://www.ozzfestmeetsknotfest.com/

 

Assista aos dois dias do Knotfest

November 4, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest, Knotfest 2014, Mick Thomson, Monsters of Rock, Paul Gray, Sarcastrophe, Sid Wilson, Slipknot, The Devil In I, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses)

Nos dias 25 e 26 de outubro, o Slipknot voltou aos palcos, no seu festival Knotfest, depois de mais de um ano sem apresentações ao vivo, sendo a última aqui no Brasil, no Monsters Of Rock, que também foi o último com o baterista Joey Jordison. A expectativa era grande para os primeiros shows com as novas máscaras, novas roupas, novo set e novos membros. Com dois sets praticamente diferentes nas duas noites, a banda mostrou tanto aquilo que a consagrou como uma das melhores bandas ao vivo, como também deu um gostinho do que esperar do novo Slipknot. Confira:

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Corey fala sobre como a morte de Paul uniu mais a banda; e o que esperar da nova turnê

October 18, 2014 in .5: The Gray Chapter, AOV, Banda, Corey Taylor, Custer, Goodbye, Iowa, Joey Jordison, Knotfest 2014, Paul Gray, Prepare For Hell Tour, Sarcastrophe, Shawn Crahan, Skeptic, Slipknot, The Devil In I, The Negative One

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Antes do lançamento de seu novo álbum, .5: The Gray Chapter, o vocalista do Slipknot, Corey Taylor, fala com Jonty Simmons sobre como lidar com a morte de Paul Gray, os novos membros da banda e o que esperar dos nove quando retornar à Austrália para o Soundwave 2015.

Cada membro do Slipknot foi forçado a enfrentar sua própria mortalidade quando o amigo e baixista Paul Gray faleceu tragicamente em 2010. Na sequência da sua morte, a banda se fechou, e nenhum material gravado surgiu por mais de seis anos. Após um forte luto, eles se encontraram em uma encruzilhada: gravar ou parar. Para uma banda que tinha sobrevivido desde 1999 com todos os seus membros originais intactos, foi uma decisão extremamente difícil. Embora este período de introspecção tenha levado à remoção do baterista de longa data Joey Jordison (em circunstâncias nada amigáveis??), também definiu o caminho certo da banda para fazer o álbum de número cinco, .5: The Gray Chapter.

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Mick Thomson sobre o novo baterista: “Ele cresceu com a banda”

October 17, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, James Root, Joey Jordison, Knotfest, Knotfest 2014, Mick Thomson, Prepare For Hell Tour, Soundwave 2015

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O guitarrista do Slipknot, Mick Thomson, disse que o baterista substituto do membro fundador da banda, Joey Jordison, “cresceu com” a música da banda e “sabia todo o material” antes de entrar e se juntar ao grupo durante as sessões de composição do álbum .5: The Gray Chapter.

“Nós meio que sabíamos quem queríamos [que tocasse bateria no novo álbum] desde o início, e pegamos ele”, disse Mick , em entrevista para a revista Guitar World. “Sabíamos desde o começo que não íamos ter qualquer problema com ele. Nós tivemos sorte, eu acho. Ele sabia todo o [antigo] material. Ele cresceu com a banda. Isso fez com que as coisas ficassem mais fáceis.”

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Artistas contam qual o seu álbum preferido do Slipknot

September 20, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Corey Taylor, Iowa, James Root, Knotfest 2014, Shawn Crahan, Slipknot, Vol. 3: (The Subliminal Verses)

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O metal não seria o mesmo sem Slipknot hoje. Isso é apenas um fato. Eles, indubitavelmente, não apenas influenciaram cada banda a surgir no gênero nos últimos 15 anos, com sua estreia no álbum autointitulado, mas também impactaram muitas de suas inspirações. Poucos artistas podem reivindicar até mesmo ter influenciado quem os inspirou da mesma forma que o Slipknot. Além disso, todo mundo tem um álbum favorito da banda. Cada uma de suas gravações é uma obra de arte que toca a alma em um nível profundo e deixa uma marca. O vindouro quinto álbum, .5: The Gray Chapter, continua orgulhosamente com a tradição.É mais uma obra-prima.

Em homenagem ao lançamento do álbum, que será em 21 de outubro, e ao Knotfest, de 25 a 27 de outubro, o editor-chefe das ARTISTdirect.com, Rick Florino, falou com pessoal desde Slayer e Duff MacKagan até Of Mice & Men e Tech N9ne sobre seu álbum favorito Slipknot.

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James Root: “Paul está aqui, cara, ele está me ajudando a escrever esta droga”

September 15, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Corey Taylor, James Root, Knotfest 2014, Paul Gray, Shawn Crahan, The Devil In I

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O Slipknot está na capa da próxima edição da Revolver, que chegará às bancas em 23 de setembro e está disponível para compra on-line no momento. A foto de capa foi tirada em Los Angeles pelo artista Sean Murphy. Confira abaixo.

Você também pode ler um trecho da reportagem de capa da edição, escrita por Dan Epstein. Nesta seção, Corey Taylor, Shawn “Clown” Crahan e Jim Root, do Slipknot, comentam como seu colega Paul Gray, que faleceu em 2010, influenciou novo álbum do grupo .5: The Gray Chapter.

“É estranho, cara!”, diz Jim Root. “Eu não sou uma pessoa muito espiritual, e toda essa coisa de religião, eu sou do tipo que fica em cima do muro sobre um monte de coisas. Então, quando alguém perde uma pessoa muito próxima e diz que ainda sente essa pessoa consigo, sempre pensei que fosse besteira ou algo assim. Mas eu estava na garagem trabalhando em um arranjo para uma música que se transformou em ‘The Devil In I’ ou ‘Sarcastrophe’. Normalmente, quando eu escrevo, eu coloco a primeira coisa que me vem à mente, depois eu dobro isso, coloco um baixo, e então eu coloco a bateria em torno disso. Mas neste arranjo, eu percebi que eu não estava apenas jogando o riff. Eu estava tentando diferentes variações sobre ela, tentando posições diferentes sobre o pescoço, e pensando em melodias enquanto previa qual progressão de acordes iria ser…”

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Confirmado: Knotfest 2014 – Japão

March 30, 2014 in Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Donnie Steele, James Root, Knotfest, Shawn Crahan, Sid Wilson, Slipknot 2014

O Slipknot está trazendo o Knotfest de volta; e dessa vez o festival será no Japão, nos dias 15 e 16 de novembro:

A banda já reservou o centro de convenções Makuhari Messe em Tóquio para o evento, mas o line-up ainda está sendo negociado. Na primeira edição, em 2012, o festival contou com Lamb Of God, Machine Head e outros. No vídeo de divulgação, Shawn diz que o Slipknot vai levar muitas atrações para os shows, incluindo bandas japonesas.

“É questão de cultura, uma coisa importante então espero que vocês estejam preparados”, disse Shawn.

Fonte: Loudwire

Corey Taylor fala sobre o Knotfest, Stone Sour e o futuro do Slipknot

September 24, 2012 in Banda, Corey Taylor, Knotfest, Stone Sour

Corey Taylor foi entrevistado no programa de rádio “Full Metal Jackie” recentemente, e falou um pouco sobre o novo álbum do Stone Sour, o Knotfest e o futuro do Slipknot.
Clique no player abaixo para ouvir a entrevista (em inglês) e acompanhe a tradução:

Vamos falar sobre o Stone Sour. Um álbum duplo de conceito descrito musicalmente como o encontro entre Pink Floyd e Alice in Chains, e com uma revista em quadrinhos correspondente- isso soa como um grande e criativo empreendimento. O que fez a bola rolar?

Isso era algo em que eu estava realmente pensando quando estávamos fazendo “Audio Secrecy” e, honestamente, veio de todos os pequenos pedaços e fragmentos que nós meio que deixamos de lado depois que nós havíamos terminado com as gravações iniciais do “Audio Secrecy”. Eu tinha uma historia embrulhada na minha cabeça há um tempo, e eu apenas comecei a tentar imaginar como ela seria, especialmente nos dias de hoje quando todo mundo é tão honesto- trocadilho absolutamente intencional aí. Eu estava tipo, “Sabe de uma coisa?! Dane-se a indústria. Se eu quiser fazer algo superior e além de uma obra de arte, mas também música boa e algo que pudesse realmente disparar em cada cilindro artístico, o que seria?”, eu realmente comecei a colocar a história para fora no começo, então, obviamente, certas coisas aconteceram que realmente me levaram pra longe de algo artístico- Paul Gray morreu e então, cerca de um ano depois Roy [Mayorga, baterista do Stone Sour] teve um AVC então tudo ficou realmente confuso pra mim por um tempo. Bem no meio dos shows no Sonisphere, que nós estávamos fazendo com o Slipknot, eu estava mesmo pensando no Stone Sour por alguma razão, e foi quando eu realmente comecei a juntar um monte de pedaços. Eu coloquei a história para fora na estrada e, muitas das músicas que eu escrevi para os álbuns, escrevi na estrada. Então, na hora que eu voltei, estava impaciente para fazer algumas demos e foi daí que começou.

Olhando para trás, qual foi a parte de fazer um álbum conceitual que você estava menos preparado?

Tenho que ser honesto, eu estava muito determinado a fazer o que fosse preciso. O que eu realmente tinha que lembrar era que as letras eram uma narrativa- que é exatamente onde eu precisava focar e ter certeza que eu estava contando a história do jeito que deveria ser contada. Basicamente, as músicas são o diálogo interno para os personagens que estão na história em si, então quando você ouve a música e lê à história, você tem quase uma espécie de experiência 3D – você está lendo a história, mas você também está entendendo o que eles estão pensando. Pra mim, o real desafio foi manter a integridade daquilo e ter certeza que cada personagem teria seu pouquinho a dizer e ter seu próprio ‘pequeno momento herói’ e tudo aquilo que nós tentamos fazer musicalmente e criativamente foi uma boa reflexão – tudo aquilo reforça a história. Foi muito divertido. Quero dizer, foi muito trabalhoso, mas foi muito divertido também. Trabalhar com Dave [Bottrill, produtor], ele realmente foi capaz de tirar todo esse grande material de nós – basicamente fazendo dois álbuns no tempo que leva para se fazer um. Então, quero dizer, não foi muito trabalho; foi somente muita diversão no fim no dia.

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