Sinsaenum: Joey Jordison apresenta supergrupo

May 21, 2016 in Joey Jordison

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Joey Jordison apresentou ontem, dia 20, o supergrupo “Sinsaenum”, com Attila Csihar (Mayhem) E Sean Zatorsky (Chimaira) nos vocais, Frederic Leclercq (Dragonforce) na guitarra, Seth Heimoth no baixo e Joey na bateria.

O álbum de estréia, “Echoes Of The Tortured” será lançado dia 29 de julho e o vídeo de “Army Of Chaos” já está disponível:

Leclercq disse: “Eu sou fã de death metal desde sempre e já havia escrito algumas dessas músicas em 1998, então é algo que eu sempre quis fazer, mas ainda não tinha achado o momento ou as pessoas certas.

Joey me mandou uma mensagem perguntando o que eu andava fazendo e eu falei para ele sobre essas músicas. Quero levar o fã em uma jornada. Está tudo conectado, então você pode escolher algumas coisas aleatoriamente, mas o álbum é feito para ser escutado como um todo.

Hoje em dia com serviços como iTunes, as pessoas ficam exigentes e esse álbum é uma experiência por completo e te força a ouvi-lo como uma peça só, porque eu sou do tempo em que um álbum era lançado e você ouvia tudo.”

Mais detalhes serão revelados em breve.

Fonte: Team Rock

Joey Jordison anuncia nova banda e divulga música inédita

May 5, 2016 in Joey Jordison

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Fonte: Loudwire

O antigo baterista do Slipknot esteve relativamente quieto após sua saída da banda. o “Scar The Martyr” serviu como seu refúgio fora do Slipknot e eles lançaram um álbum em 2013, antes que o vocalista saísse. Agora, Joey voltou com outra banda, Vimic, e uma música inédita de seu álbum de estréia, “Open Your Omen”.

O anúncio aconteceu hoje na rádio SiriusXM durante o programa Liquid Metal, onde Joey foi chamado para discutir o projeto e apresentar a música “Simple Skeletons”. O Vimic é formado pelos antigos companheiros de Scar The Martyr, Jed Simon (guitarra/vocais), Kyle Konkiel (baixo/vocais) and Matt Tarach (Teclado) e Kalen Chase, que ficou responsável pelos vocais principais.

“Eu decidi que queria começar do zero”, Joey disse ao apresentador, Jose Mangin. “Não queria ficar usando ideias antigas. Se eu vou seguir em frente, quero me desprender e limpar o territrório. Então mudei o nome da banda, consegui um novo vocalista, outro tecladista e chamei o resto do Scar The Martyr. Nós fomos para o porão e começamos a trabalhar em algumas demos e deu certo.

Nós não tínhamos nenhum grande objetivo, não havia nenhuma pressão da gravadora. Nós apenas fomos lá com a intenção de tocar e ir pro estúdio sem nada muito definido, criando algo do zero. E foi uma das coisas mais legais sobre esse álbum, foi bem old-school. Estamos muito orgulhosos.”

O álbum, que será lançado pela Roadrunner Records, ainda não tem data de lançamento, mas Joey insiste que apressar essa data não é a melhor forma de agir.

“Você pode apressar as coisas para que saiam logo, mas eu prefiro levar o tempo necessário e ter certeza que tudo está perfeitamente colocado. Queremos ter certeza que estamos fazendo a coisa certa na hora certa.”

A música “Simple Skeletons” pode ser ouvida aqui: Liquid Metal Exclusive

 

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Nota: A SiriusXM lista Kris Norris (Scar The Martyr) como um integrante, mas ele não aparece na foto do Facebook de Joey. Na foto principal, seis integrantes podem ser vistos. Ainda não está claro onde Scar The Martyr terminou e o Vimic começou, o que explica essa inconsistência.

Slipknot: “Precisávamos de tempo para o luto”

November 12, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Corey Taylor, Goodbye, Joey Jordison, Paul Gray, Slipknot, Slipknot 2014

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Depois de uma pausa prolongada, a banda está de volta com seu primeiro disco em mais de meia década.

Durante a maior parte dos últimos 20 anos, Slipknot construiu seu nome no caos e na carnificina. Uma banda com uma reputação indiscutível para a destruição e escuridão nefasta, o coletivo de Iowa usou seus quatro álbuns anteriores para se tornar reconhecida como uma força musical a ser temida. Muito mais do que apenas mais um grupo de metal infringindo na consciência pública, eles foram chocantes, eles eram controversos e, às vezes, eles pareciam quase desumanos.

Foi há quatro anos, quando seu baixista Paul Gray faleceu e tudo mudou para a banda. Hiatos iam e viam, ameaçando acabar com o reinado do Slipknot, mas o grupo nunca teve que lidar com nada parecido com isso. Pela primeira vez, a banda teve que tirar as máscaras, e serem humanos aos olhos do público. Eles tiveram que aprender a se curar.

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Shawn Craham: “Eu perdi meus pais e não foi tão difícil como perder Paul”

October 21, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Brenna Gray, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Goodbye, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Mick Thomson, Paul Gray, Sarcastrophe, Self Titled, Shawn Crahan, Sid Wilson, Skeptic, Slipknot, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses)

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“Eu não costumo deixar as pessoas me verem chorar”, diz o percussionista Shawn Crahan, do Slipknot, com naturalidade. “É muito difícil. Mas quando eu ouvi o que Corey Taylor cantou na música ‘XIX’, eu chorei e chorei e chorei. Doía demais.”

“XIX” é o canto fúnebre que começa o .5: The Gray Chapter, quinto álbum de estúdio dos ameaçadores mascarados do metal, primeiro desde a morte de seu amigo e companheiro de banda Paul Gray, ocorrido em 2010. Crahan, mais conhecido por usar uma máscara de palhaço ensanguentada e convulsionar seu corpo durante os shows frenéticos da banda, tinha construído a faixa como um elogio de três minutos para Gray, baixista fundador do grupo, que morreu de uma overdose acidental de morfina e fentanil analgésico. Crahan falou as palavras de abertura da canção: “”This song is not for the living; this song is for the dead”. (Esta música não é para os vivos, é para os mortos) Mas são as letras que o vocalista Corey Taylor escreveu que o levou às lágrimas: “Walk with me, just like we should have done right from the start/Walk with me, don’t let this fucking world tear you apart” (Caminhe comigo, assim como deveríamos ter feito desde o início/Caminhe comigo, não deixe que a droga desse mundo acabe com você).

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Corey fala sobre como a morte de Paul uniu mais a banda; e o que esperar da nova turnê

October 18, 2014 in .5: The Gray Chapter, AOV, Banda, Corey Taylor, Custer, Goodbye, Iowa, Joey Jordison, Knotfest 2014, Paul Gray, Prepare For Hell Tour, Sarcastrophe, Shawn Crahan, Skeptic, Slipknot, The Devil In I, The Negative One

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Antes do lançamento de seu novo álbum, .5: The Gray Chapter, o vocalista do Slipknot, Corey Taylor, fala com Jonty Simmons sobre como lidar com a morte de Paul Gray, os novos membros da banda e o que esperar dos nove quando retornar à Austrália para o Soundwave 2015.

Cada membro do Slipknot foi forçado a enfrentar sua própria mortalidade quando o amigo e baixista Paul Gray faleceu tragicamente em 2010. Na sequência da sua morte, a banda se fechou, e nenhum material gravado surgiu por mais de seis anos. Após um forte luto, eles se encontraram em uma encruzilhada: gravar ou parar. Para uma banda que tinha sobrevivido desde 1999 com todos os seus membros originais intactos, foi uma decisão extremamente difícil. Embora este período de introspecção tenha levado à remoção do baterista de longa data Joey Jordison (em circunstâncias nada amigáveis??), também definiu o caminho certo da banda para fazer o álbum de número cinco, .5: The Gray Chapter.

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James Root sobre o Slipknot: “Esta banda é uma anomalia”

October 1, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Corey Taylor, Donnie Steele, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Paul Gray, Shawn Crahan, Slipknot, Slipknot 2014, Soundwave 2015, Stone Sour, The Devil In I, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses)

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Existe muita pressão quando você é de uma das maiores bandas do mundo, com legiões de seguidores esperando ansiosamente pelo seu próximo lançamento. Mas quando está prestes a embarcar no primeiro ciclo sem dois elementos-chave, esta pressão se multiplica. É o caso do Slipknot.

Apesar das pressões gêmeas de trazer dois novos integrantes numa locomotiva que opera por quase duas décadas e também honrar o amado falecido baixista, o guitarrista James Root lembra de como a produção de .5: The Gray Chapter foi algo catártico e terapêutico.

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Corey Taylor fala com a Revolver sobre o novo álbum, Joey Jordison e os novos membros da banda.

September 29, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Iowa, James Root, Joey Jordison, Novo Álbum 2014, Vol. 3: (The Subliminal Verses)

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Em entrevista para a revista Revolver do mês de outubro, Corey Taylor falou um pouco mais sobre o novo álbum do Slipknot, o aguardado .5: The Gray Chapter, a saída de Joey Jordison e o que esperar dos fãs em relação aos novos baixista e baterista da banda.

Revolver: A primeira vez que o Slipknot foi destaque na capa da Revolver foi em 2001, quando foi lançado o IOWA. É estranho pensar em como seus fãs jovens daquela época estão em seus 30 anos agora?

Corey Taylor: Sim, é estranho. Nós estamos olhando para uma nova geração de fãs. E a coisa louca é que, com tudo o que aconteceu entre o All Hope Is Gone e ??agora, faz seis anos desde que lançamos novas músicas. Portanto, há quase como um novo grupo de pessoas que vieram sem qualquer material novo do Slipknot. Tudo que ouviram foi a lenda, tudo que eles sabem é devido ao material antigo. É quase como se estivéssemos voltando ao básico e saindo da garagem. E é legal! Uma das razões pela qual estamos tão animados com o álbum é que, para nós, ele soa de várias maneiras como um recomeço, para melhor ou pior. E eu acho que nós estamos fazendo isso da maneira certa.

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Corey Taylor fala sobre Joey Jordison e James Root

September 25, 2014 in Banda, Corey Taylor, James Root, Joey Jordison, Novo Álbum 2014, Slipknot 2014, Stone Sour, The Negative One

A “coisa do Jim” a que se refere Corey é a demissão do guitarrista Jim Root do Stone Sour, em maio, algo que deve ser particularmente difícil, uma vez que ele ainda toca no Slipknot. Certamente, o próprio Jim não estava satisfeito, postando nas redes sociais: “Eu não estou mais na banda. Não é a minha decisão. Não estou contente com isso.”

“Isso levou a um confronto, para colocá-lo bem”, admite Corey. “Mas, literalmente, tudo veio à tona, em seguida, tudo se desfez porque sabíamos que tínhamos este projeto para trabalhar. Eu não queria que meu foco fosse dividido e nem o foco dele, então nos sentamos e conversamos por 20, 30 minutos – e nós estávamos no estúdio – antes mesmo de começar. Nós escancaramos. Ele se sentiu muito mal e eu me senti horrível por ele estar passando por isso. É apenas uma daquelas coisas em que você tem que tomar decisões na vida e você não vai gostar delas, mas no final das contas, você tem que fazer o que é certo para o todo maior”.

Para nós que analisamos a situação “de fora”, nos parece como se fosse diferenças musicais com Jim e mais uma coisa de personalidade com Joey. É justo esse comentário? 

“Não, realmente não”, responde Corey. “Jim é uma das pessoas mais incrivelmente talentosas que eu conheço. Foi uma diferença, não de direção, mas apenas no objetivo das coisas, sabe? Não há muito que eu possa dizer sobre isso agora porque estamos voltando [com o Slipknot] e a última coisa que eu quero que aconteça é que ele leia isso e entenda errado. Qualquer coisa que eu dizer aqui que eu vou dizer na cara dele também, por essa razão é difícil fazer isso, mais do que qualquer fã entenda. Há momentos em que as coisas começam a esquentar e nós temos que sentar e conversar. Basicamente, quando o seu amigo não está feliz, você tem que encontrar uma maneira para que ele seja feliz, não importa como, e se for preciso tomar uma decisão difícil para que ele possa seguir em frente, então é apenas o que você tem que fazer. É chato e leva muito da alegria disso tudo embora, e é sobre isso que toda esta mer** deve ser! ”

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