Chris sobre o amor ao Slipknot: “Não mudou nada desde o primeiro dia”

February 20, 2015 in Banda, Chris Fehn

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Há quem acredite que muito tempo na estrada afete sua paixão pela música – mas este não é o caso de Chris Fehn. Em entrevista à Roadrunner Records britânica, o percussionista afirmou que seu amor à música e ao Slipknot não foram afetados pelo tempo.”Não mudou nada desde o primeiro dia. Estas músicas ainda significam algo para mim. As palavras do Corey ainda significam algo para mim e possuem muito valor na minha vida”, declarou.

Desta forma, o músico não se sente nem um pouco saturado com a rotina dos mascarados de Des Moines. “É realmente fácil tocar continuamente, noite a noite, as mesmas músicas, coisa que alguns acreditariam se tornar tediosa. Como eu amo tanto a banda quanto o que nós representamos, isso me permite abrir meu coração e quem eu realmente sou, além de quanto eu amo metal e o Slipknot”, continuou.

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Korn divulga vídeo de cover de Sabotage com o Slipknot

February 6, 2015 in Chris Fehn, Corey Taylor, James Root, Prepare For Hell Tour, Shawn Crahan, Sid Wilson, Slipknot 2015

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Após o lançamento de .5: The Gray Chapter, o Slipknot embarcou em turnê com o Korn para divulgar o novo trabalho. Durante a apresentação da banda de Bakersville pela Prepare For Hell Tour em Londres, no último dia 23, o vocalista Jonathan Davis chamou os mascarados do Iowa para tocar Sabotage, do Beastie Boys. A performance foi gravada e postada hoje em seu canal oficial no Youtube. Confira:

Chris: “As pessoas não se importam mais com a qualidade das músicas”

January 30, 2015 in Banda, Chris Fehn, Slipknot 2015

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O grande público não liga se as músicas são boas – pelo menos segundo Chris Fehn. Em entrevista ao Rock Sins, o percussionista do Slipknot falou sobre opinou sobre o atual estado da indústria fonográfica. “É realmente triste como as gravadoras estão passando por dificuldades. As pessoas não se importam mais com a qualidade das músicas. São consumidas tão rápido e com muita facilidade”, disse. No entanto, o músico assumiu culpa neste fenômeno. “Compro discos no iTunes só porque estou no meu carro, os quero agora mesmo e faço”, confessou.

Esta indagação surgiu após ele ser questionado sobre como os mascarados se sairiam caso fossem uma banda recente ao invés de terem lançado seu primeiro disco há quinze anos – segundo ele, uma boa pergunta. “Acredito que ainda assim seríamos diferentes do que está por aí hoje e nós ainda causaríamos impacto. Acho que se tivéssemos começado hoje, nós ainda teríamos vontade de sermos vistos”, respondeu.

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Chris: “Moshpits se tornaram uma forma de bullying”

December 11, 2014 in Chris Fehn, Slipknot 2014

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O posicionamento do Slipknot sobre os moshpits e a interação com a plateia se mantém inalterado? Segundo o Chris Fehn, a banda olha para as rodas de maneira diferente após a prisão de Randy Blythe do Lamb of God. “Acredito que, especialmente nos Estados Unidos, os moshs se tornaram uma forma de bullying. O cara grande fica no meio de tudo e acerta qualquer garoto menor que se aproxima”, disse o percussionista ao portal sulafricano Music Review.

Segundo o músico, pessoas assim devem ser tiradas dos moshpits. “Não o fazem da maneira correta hoje em dia. É péssimo porque não é sobre isso”, contou. Mas qual é a melhor maneira de aproveitar as rodas? “Um mosh bom é uma ótima maneira de ficar em grupo e dançar, fazer sua própria coisa”, opinou.

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Slipknot: Audiobiography legendada

November 4, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Iowa, James Root, Mick Thomson, Paul Gray, Self Titled, Sid Wilson, Slipknot, Vol. 3: (The Subliminal Verses)

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No dia do lançamento mundial de seu mais novo álbum, o .5: The Gray Chapter, no dia 21 de outubro, o Slipknot, em parceria com o Google Play, presentou seus fãs com um vídeo intitulado Audiobiography onde a banda conta, álbum por álbum, como foi construída toda a carreira que culminou no quinto álbum, número 1 de vendas. Em depoimentos bem sinceros, Corey Taylor, James Root, Mick Thomson, Chris Fehn, Michael Shawn “Clown” Crahan e Sid Wilson (numa participação especial), contam, dos seus pontos de vista, tudo que envolveu os álbuns Slipknot (1999),  IOWA (2001), Vol. 3: (The Subliminal Verses) (2004), All Hope Is Gone (2008) e o .5: The Gray Chapter (2014).

Legendas exclusivas feitas pelo pessoal da Slipknot –  Vídeos, no Facebook. Confiram:

Parte 1: Slipknot (1999)

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Shawn Craham: “Eu perdi meus pais e não foi tão difícil como perder Paul”

October 21, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Brenna Gray, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Goodbye, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Mick Thomson, Paul Gray, Sarcastrophe, Self Titled, Shawn Crahan, Sid Wilson, Skeptic, Slipknot, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses)

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“Eu não costumo deixar as pessoas me verem chorar”, diz o percussionista Shawn Crahan, do Slipknot, com naturalidade. “É muito difícil. Mas quando eu ouvi o que Corey Taylor cantou na música ‘XIX’, eu chorei e chorei e chorei. Doía demais.”

“XIX” é o canto fúnebre que começa o .5: The Gray Chapter, quinto álbum de estúdio dos ameaçadores mascarados do metal, primeiro desde a morte de seu amigo e companheiro de banda Paul Gray, ocorrido em 2010. Crahan, mais conhecido por usar uma máscara de palhaço ensanguentada e convulsionar seu corpo durante os shows frenéticos da banda, tinha construído a faixa como um elogio de três minutos para Gray, baixista fundador do grupo, que morreu de uma overdose acidental de morfina e fentanil analgésico. Crahan falou as palavras de abertura da canção: “”This song is not for the living; this song is for the dead”. (Esta música não é para os vivos, é para os mortos) Mas são as letras que o vocalista Corey Taylor escreveu que o levou às lágrimas: “Walk with me, just like we should have done right from the start/Walk with me, don’t let this fucking world tear you apart” (Caminhe comigo, assim como deveríamos ter feito desde o início/Caminhe comigo, não deixe que a droga desse mundo acabe com você).

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IOWA: 13 anos assombrando o mundo

August 29, 2014 in Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Iowa, James Root, Joey Jordison, Mick Thomson, Paul Gray, Shawn Crahan, Sid Wilson, Vol. 3

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Com o Slipknot se preparando para lançar o seu novo álbum altamente antecipado, 5: The Gray Chapter , a Revolver volta no tempo das fabricações de cada um dos álbuns anteriores dos maníacos mascarados. Aqui, os membros da banda que tocaram no IOWA de 2001 – inclusive o falecido baixista Paul Gray e o ex-baterista Joey Jordison – damos uma olhada no passado do então atual clássico, que inclui canções como People = Shit, Disasterpiece, e Left Behind. A matéria foi publicada originalmente em nossa edição especial “Book of Slipknot” de 2011.

Depois de uma turnê de dois divulgando seu álbum de estreia na Roadrunner, o Slipknot volta ao estúdio com o produtor Ross Robinson para gravar seu álbum seguinte, ansiosamente aguardado. De imediato, ânimos exaltados. Felizmente, os membros da banda foram capazes de canalizar a sua animosidade em sua música, criando um álbum mais extremo ainda. Canções como “Disasterpiece”, “People = Shit” e “The Heretic Anthem” clamam muito mais por um death metal do que a moda de angústia do nu-metal. A última faixa, “Iowa”, enquanto isso, ataca de outra forma: um número psicodélico, escuro, cheio de diálogos dignos de um assassino em série, zumbidos, suspiros enervantes, gritos, e as coisas que vão colidir na noite, ela coloca o medidor do assustador no vermelho .

MONTE CONNER (então chefe DO setor de artistas e repertório da Roadrunner) – Todo mundo achava que eles iam fazer um álbum covarde e tornar-se mainstream. Eles fizeram um disco que foi substancialmente mais pesado. Quando eu ouvi pela primeira vez, eu adorei, mas como um cara de etiqueta eu pensei: “O que vamos fazer com isso?”

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Corey Taylor: “O novo álbum do Slipknot será gravado em 2015”

February 8, 2013 in Banda, Corey Taylor, Novo álbum 2013

Corey deu uma entrevista a Pulse of The Radio durante a turnê do Stone Sour e falou sobre o próximo álbum do Slipknot:

“Quero começar a montar as demos no fim de 2014 para entrar em estúdio em 2015 e começar a gravar o álbum, então vai demorar um pouco”.

Ele também comentou sobre os 5 festivais internacionais que a banda vai fazer esse ano e que alguns integrantes da banda estão tentando “se manter saudáveis”, mas não deu mais detalhes sobre isso.

A banda toca no Download Festival no Reino Unido (Headliners junto com Rammstein e Iron Maiden), além do Graspop Metal Meeting (Bélgica), Roskilde Festival (Dinamarca), Ozzfest Japão e Metal Town (Suécia).

Fonte: Blabbermouth