by Hannya

Slipknot estaria pensando em lançar um novo álbum quando a turnê terminar?

January 9, 2015 in .5: The Gray Chapter, Banda, Corey Taylor, Joey Jordison, Novo Álbum 2014, Paul Gray, Prepare For Hell Tour, Slipknot, Slipknot 2015, The Negative One by Hannya

 

Corey Taylor foi entrevistado recentemente pelo The Irish Times e falou sobre um possível novo álbum. Abaixo você pode ler alguns trechos:

“Nós estamos conversando sobre isso. Nós não queremos nos apressar e fazer qualquer coisa. Agora que já contamos essa história que queríamos contar, estamos definitivamente pensando nisso. O tempo dirá. Esta banda tem o hábito de se aventurar e não é um espetáculo fácil de se fazer. No momento em que terminarmos a turnê com ‘.5: The Gray Chapter’,  nós precisaremos de algum tempo longe, mas nunca diga nunca. Este álbum provou que nunca estamos em uma perda de ideias musicais. Provamos que podemos fazê-lo bem e ainda fazer o tipo de música que queremos fazer “.

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Slipknot é indicado a nove categorias do Loudwire Music Awards

January 9, 2015 in .5: The Gray Chapter, Banda, Corey Taylor, Premiações, The Devil In I, The Negative One by Felipe Maia

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O site Loudwire anunciou os indicados à quarta edição do Loudwire Music Awards, premiação anual destinado aos melhores do ano – e temos o Slipknot concorrendo em nove categorias. Como o prêmio é por voto popular, você pode ajudar os mascarados do Iowa a encher a sala de troféus. Seguem as votações:

Melhor Música de Metal (The Negative One)

Titã do Ano (Corey Taylor)

Fãs Mais Devotados

Melhor Banda Ao Vivo

Melhor Baterista (Novo Baterista)

Melhor Vocalista (Corey Taylor)

Melhor Banda de Metal

Melhor Disco de Metal (.5: The Gray Chapter)

Melhor Clipe de Metal (The Devil In I)

Fonte: Loudwire

The Negative One é indicada ao Grammy

December 5, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Premiações, The Negative One by Felipe Maia

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De volta à ativa com o disco .5: The Gray Chapter, o Slipknot colhe os frutos do novo trabalho. Foram anunciados hoje os indicados ao Grammy e os mascarados foram indicados à categoria de Melhor Performance de Metal com a música The Negative One. Os concorrentes são Tenacious D com The Last in Line, Anthrax com Neon Knights, Mastodon com High Road Motörhead com Heartbreaker.

A premiação acontecerá no dia 8 de fevereiro de 2015 e será transmitida pela CBS. A banda foi indicada em outras ocasiões, mas só venceu em 2006 com Before I Forget. O vocalista Corey Taylor recentemente fez duras críticas ao método utilizado para escolher os artistas premiados. “Não significa nada. É como tentar acertar uma porra de agulha com outra agulha”, disse.

Fonte: Blabbermouth

Assista aos dois dias do Knotfest

November 4, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest, Knotfest 2014, Mick Thomson, Monsters of Rock, Paul Gray, Sarcastrophe, Sid Wilson, Slipknot, The Devil In I, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

Nos dias 25 e 26 de outubro, o Slipknot voltou aos palcos, no seu festival Knotfest, depois de mais de um ano sem apresentações ao vivo, sendo a última aqui no Brasil, no Monsters Of Rock, que também foi o último com o baterista Joey Jordison. A expectativa era grande para os primeiros shows com as novas máscaras, novas roupas, novo set e novos membros. Com dois sets praticamente diferentes nas duas noites, a banda mostrou tanto aquilo que a consagrou como uma das melhores bandas ao vivo, como também deu um gostinho do que esperar do novo Slipknot. Confira:

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Shawn Craham: “Eu perdi meus pais e não foi tão difícil como perder Paul”

October 21, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Brenna Gray, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Goodbye, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Mick Thomson, Paul Gray, Sarcastrophe, Self Titled, Shawn Crahan, Sid Wilson, Skeptic, Slipknot, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

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“Eu não costumo deixar as pessoas me verem chorar”, diz o percussionista Shawn Crahan, do Slipknot, com naturalidade. “É muito difícil. Mas quando eu ouvi o que Corey Taylor cantou na música ‘XIX’, eu chorei e chorei e chorei. Doía demais.”

“XIX” é o canto fúnebre que começa o .5: The Gray Chapter, quinto álbum de estúdio dos ameaçadores mascarados do metal, primeiro desde a morte de seu amigo e companheiro de banda Paul Gray, ocorrido em 2010. Crahan, mais conhecido por usar uma máscara de palhaço ensanguentada e convulsionar seu corpo durante os shows frenéticos da banda, tinha construído a faixa como um elogio de três minutos para Gray, baixista fundador do grupo, que morreu de uma overdose acidental de morfina e fentanil analgésico. Crahan falou as palavras de abertura da canção: “”This song is not for the living; this song is for the dead”. (Esta música não é para os vivos, é para os mortos) Mas são as letras que o vocalista Corey Taylor escreveu que o levou às lágrimas: “Walk with me, just like we should have done right from the start/Walk with me, don’t let this fucking world tear you apart” (Caminhe comigo, assim como deveríamos ter feito desde o início/Caminhe comigo, não deixe que a droga desse mundo acabe com você).

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Corey fala sobre como a morte de Paul uniu mais a banda; e o que esperar da nova turnê

October 18, 2014 in .5: The Gray Chapter, AOV, Banda, Corey Taylor, Custer, Goodbye, Iowa, Joey Jordison, Knotfest 2014, Paul Gray, Prepare For Hell Tour, Sarcastrophe, Shawn Crahan, Skeptic, Slipknot, The Devil In I, The Negative One by Slipknot Brasil

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Antes do lançamento de seu novo álbum, .5: The Gray Chapter, o vocalista do Slipknot, Corey Taylor, fala com Jonty Simmons sobre como lidar com a morte de Paul Gray, os novos membros da banda e o que esperar dos nove quando retornar à Austrália para o Soundwave 2015.

Cada membro do Slipknot foi forçado a enfrentar sua própria mortalidade quando o amigo e baixista Paul Gray faleceu tragicamente em 2010. Na sequência da sua morte, a banda se fechou, e nenhum material gravado surgiu por mais de seis anos. Após um forte luto, eles se encontraram em uma encruzilhada: gravar ou parar. Para uma banda que tinha sobrevivido desde 1999 com todos os seus membros originais intactos, foi uma decisão extremamente difícil. Embora este período de introspecção tenha levado à remoção do baterista de longa data Joey Jordison (em circunstâncias nada amigáveis??), também definiu o caminho certo da banda para fazer o álbum de número cinco, .5: The Gray Chapter.

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James Root sobre o Slipknot: “Esta banda é uma anomalia”

October 1, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Corey Taylor, Donnie Steele, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Paul Gray, Shawn Crahan, Slipknot, Slipknot 2014, Soundwave 2015, Stone Sour, The Devil In I, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

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Existe muita pressão quando você é de uma das maiores bandas do mundo, com legiões de seguidores esperando ansiosamente pelo seu próximo lançamento. Mas quando está prestes a embarcar no primeiro ciclo sem dois elementos-chave, esta pressão se multiplica. É o caso do Slipknot.

Apesar das pressões gêmeas de trazer dois novos integrantes numa locomotiva que opera por quase duas décadas e também honrar o amado falecido baixista, o guitarrista James Root lembra de como a produção de .5: The Gray Chapter foi algo catártico e terapêutico.

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by Hannya

Corey Taylor fala sobre Joey Jordison e James Root

September 25, 2014 in Banda, Corey Taylor, James Root, Joey Jordison, Novo Álbum 2014, Slipknot 2014, Stone Sour, The Negative One by Hannya

A “coisa do Jim” a que se refere Corey é a demissão do guitarrista Jim Root do Stone Sour, em maio, algo que deve ser particularmente difícil, uma vez que ele ainda toca no Slipknot. Certamente, o próprio Jim não estava satisfeito, postando nas redes sociais: “Eu não estou mais na banda. Não é a minha decisão. Não estou contente com isso.”

“Isso levou a um confronto, para colocá-lo bem”, admite Corey. “Mas, literalmente, tudo veio à tona, em seguida, tudo se desfez porque sabíamos que tínhamos este projeto para trabalhar. Eu não queria que meu foco fosse dividido e nem o foco dele, então nos sentamos e conversamos por 20, 30 minutos – e nós estávamos no estúdio – antes mesmo de começar. Nós escancaramos. Ele se sentiu muito mal e eu me senti horrível por ele estar passando por isso. É apenas uma daquelas coisas em que você tem que tomar decisões na vida e você não vai gostar delas, mas no final das contas, você tem que fazer o que é certo para o todo maior”.

Para nós que analisamos a situação “de fora”, nos parece como se fosse diferenças musicais com Jim e mais uma coisa de personalidade com Joey. É justo esse comentário? 

“Não, realmente não”, responde Corey. “Jim é uma das pessoas mais incrivelmente talentosas que eu conheço. Foi uma diferença, não de direção, mas apenas no objetivo das coisas, sabe? Não há muito que eu possa dizer sobre isso agora porque estamos voltando [com o Slipknot] e a última coisa que eu quero que aconteça é que ele leia isso e entenda errado. Qualquer coisa que eu dizer aqui que eu vou dizer na cara dele também, por essa razão é difícil fazer isso, mais do que qualquer fã entenda. Há momentos em que as coisas começam a esquentar e nós temos que sentar e conversar. Basicamente, quando o seu amigo não está feliz, você tem que encontrar uma maneira para que ele seja feliz, não importa como, e se for preciso tomar uma decisão difícil para que ele possa seguir em frente, então é apenas o que você tem que fazer. É chato e leva muito da alegria disso tudo embora, e é sobre isso que toda esta mer** deve ser! ”

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