Slipknot: Audiobiography legendada

November 4, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Chris Fehn, Corey Taylor, Iowa, James Root, Mick Thomson, Paul Gray, Self Titled, Sid Wilson, Slipknot, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

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No dia do lançamento mundial de seu mais novo álbum, o .5: The Gray Chapter, no dia 21 de outubro, o Slipknot, em parceria com o Google Play, presentou seus fãs com um vídeo intitulado Audiobiography onde a banda conta, álbum por álbum, como foi construída toda a carreira que culminou no quinto álbum, número 1 de vendas. Em depoimentos bem sinceros, Corey Taylor, James Root, Mick Thomson, Chris Fehn, Michael Shawn “Clown” Crahan e Sid Wilson (numa participação especial), contam, dos seus pontos de vista, tudo que envolveu os álbuns Slipknot (1999),  IOWA (2001), Vol. 3: (The Subliminal Verses) (2004), All Hope Is Gone (2008) e o .5: The Gray Chapter (2014).

Legendas exclusivas feitas pelo pessoal da Slipknot –  Vídeos, no Facebook. Confiram:

Parte 1: Slipknot (1999)

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Shawn Craham: “Eu perdi meus pais e não foi tão difícil como perder Paul”

October 21, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Brenna Gray, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Goodbye, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Mick Thomson, Paul Gray, Sarcastrophe, Self Titled, Shawn Crahan, Sid Wilson, Skeptic, Slipknot, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

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“Eu não costumo deixar as pessoas me verem chorar”, diz o percussionista Shawn Crahan, do Slipknot, com naturalidade. “É muito difícil. Mas quando eu ouvi o que Corey Taylor cantou na música ‘XIX’, eu chorei e chorei e chorei. Doía demais.”

“XIX” é o canto fúnebre que começa o .5: The Gray Chapter, quinto álbum de estúdio dos ameaçadores mascarados do metal, primeiro desde a morte de seu amigo e companheiro de banda Paul Gray, ocorrido em 2010. Crahan, mais conhecido por usar uma máscara de palhaço ensanguentada e convulsionar seu corpo durante os shows frenéticos da banda, tinha construído a faixa como um elogio de três minutos para Gray, baixista fundador do grupo, que morreu de uma overdose acidental de morfina e fentanil analgésico. Crahan falou as palavras de abertura da canção: “”This song is not for the living; this song is for the dead”. (Esta música não é para os vivos, é para os mortos) Mas são as letras que o vocalista Corey Taylor escreveu que o levou às lágrimas: “Walk with me, just like we should have done right from the start/Walk with me, don’t let this fucking world tear you apart” (Caminhe comigo, assim como deveríamos ter feito desde o início/Caminhe comigo, não deixe que a droga desse mundo acabe com você).

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Corey Taylor sobre a nova fase do Slipknot: “Nós meio que nos tornamos esses anti-Twitter, anti-Facebook, anti-Instagram e anti-tudo.”

June 4, 2014 in All Hope is Gone, Banda, Corey Taylor, Iowa, James Root, Joey Jordison, Knotfest, Self Titled, Slipknot 2014, Stone Sour, Vol. 3 by Slipknot Brasil

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No final do mês de maio, a Ultimate Guitar entrevistou o vocalista do Slipknot e Stone Sour, Corey Taylor, onde ele falou sobre Dio; as gravações dos álbuns das duas bandas; sobre o novo álbum dos mascarados; Knotfest; e outras coisas. Confiram a entrevista na íntegra.

A primeira coisa que Corey Taylor diz que quando a conversa começa é: “Ei, eu estou bem. Está tudo bem. Eu adoro a ironia de dar uma entrevista ao Ultimate-Guitar, hahaha”. Minha resposta é que a UG cobre cantores, tecladistas e bateristas. Corey responde, dizendo: “Eu sou um pouco de todos, hahaha. Estou abraçando tudo isso.” É uma declaração reveladora do cantor do Stone Sour e Slipknot, porque Corey não é apenas o vocalista dessas duas bandas, mas um promotor de concertos – o Knotfest é sua criação – e romancista. Mas ele é, obviamente, mais conhecido como cantor e a conversa começa falando sobre outro vocalista lendário que desempenhou um papel importante na vida de Corey como um artista.

UG: Quais são as suas lembranças sobre o primeiro encontro com Ronnie James Dio?

CT: Nós nos encontramos algumas vezes, de passagem, mas não era nada de importante. O tempo real que eu o conheci e realmente comecei a sair com ele foi um pouco antes dele morrer. Nós dois estávamos na premiação da Revolver Golden God em Los Angeles. E nós dois disputávamos para Melhor Vocalista. Provavelmente foi a única vez que eu estava torcendo para alguém ganhar, porque eu tinha acabado de me tornar um grande fã de Ronnie para sempre. Então, eu estava tipo, “Oh cara, ele vai me detonar. O quê? Você está louco?”

 

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