James sobre acusações de Brenna Gray: “Estávamos lá pro Paul”

October 23, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Brenna Gray, James Root, Paul Gray by Felipe Maia

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A morte do baixista Paul Gray permanece na pauta das entrevistas do Slipknot. Após a viúva Brenna Gray acusar os membros da banda de não ajudarem o amigo na luta contra as drogas, o guitarrista James Root saiu em defesa dos mascarados. “No final das contas, Paul estava doente e tinha um problema. Estávamos lá pra ele”, disse à revista Sweden Rock Magazine. “Ele é nosso amigo, irmão e compatriota. Sempre será parte de nossas vidas, não importa o que aconteça”, continuou.

Em abril, Brenna prestou depoimento no julgamento do médico Daniel Baldi – acusado de homicídio culposo e inocentado das sete acusações, incluindo a morte de Paul. Segundo ela, pediu a ajuda dos colegas do marido alguns antes da morte do músico, mas eles demonstraram não se importar com a dura batalha dele. “Um estava jogando golfe a dois minutos da nossa casa e não podia vir. Ninguém mais se importava, ninguém estava envolvido. Eles disseram que era meu problema”, contou aos magistrados.

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Shawn Craham: “Eu perdi meus pais e não foi tão difícil como perder Paul”

October 21, 2014 in .5: The Gray Chapter, All Hope is Gone, Banda, Brenna Gray, Chris Fehn, Corey Taylor, Craig Jones, Custer, Goodbye, James Root, Joey Jordison, Knotfest 2014, Mick Thomson, Paul Gray, Sarcastrophe, Self Titled, Shawn Crahan, Sid Wilson, Skeptic, Slipknot, The Negative One, Vol. 3: (The Subliminal Verses) by Slipknot Brasil

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“Eu não costumo deixar as pessoas me verem chorar”, diz o percussionista Shawn Crahan, do Slipknot, com naturalidade. “É muito difícil. Mas quando eu ouvi o que Corey Taylor cantou na música ‘XIX’, eu chorei e chorei e chorei. Doía demais.”

“XIX” é o canto fúnebre que começa o .5: The Gray Chapter, quinto álbum de estúdio dos ameaçadores mascarados do metal, primeiro desde a morte de seu amigo e companheiro de banda Paul Gray, ocorrido em 2010. Crahan, mais conhecido por usar uma máscara de palhaço ensanguentada e convulsionar seu corpo durante os shows frenéticos da banda, tinha construído a faixa como um elogio de três minutos para Gray, baixista fundador do grupo, que morreu de uma overdose acidental de morfina e fentanil analgésico. Crahan falou as palavras de abertura da canção: “”This song is not for the living; this song is for the dead”. (Esta música não é para os vivos, é para os mortos) Mas são as letras que o vocalista Corey Taylor escreveu que o levou às lágrimas: “Walk with me, just like we should have done right from the start/Walk with me, don’t let this fucking world tear you apart” (Caminhe comigo, assim como deveríamos ter feito desde o início/Caminhe comigo, não deixe que a droga desse mundo acabe com você).

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