Rock in Rio e Arena Anhembi: há um ano, o Slipknot trazia o The Gray Chapter para o Brasil.

October 3, 2016 in .5: The Gray Chapter, Banda, Brasil

Foto: Lucas Dumphreys

Foto: Lucas Dumphreys

Há um ano, o Slipknot estava de volta ao Brasil com dois grandiosos shows: um no Rock in Rio (Rio de Janeiro) e outro na Arena Anhembi (São Paulo). Após oito anos, “The Gray Chapter” trouxe a tona o antigo/novo grupo de Iowa: novo palco, novas músicas, novas máscaras e o bom e velho rock que os maggots estavam esperando. E saber que ambos os shows foram fruto do esforço de todos os fãs nas campanhas online, só deixou tudo ainda melhor.

Duas das mais insanas apresentações da banda por aqui, que deixaram marcas na memória e expectativa para a próxima vez. Relembre com a gente:

Rock in Rio – 25/09/2015

Setlist:

– XIX –
1. Sarcastrophe
2. The Heretic Anthem
3. Psychosocial
4. The Devil in I
5. AOV
6. Vermilion
7. Wait and Bleed
8. Killpop
9. Before I Forget
10. Sulfur
11. Duality
12. Disasterpiece
13. Spit it Out
14. Custer

– 742617000027 –

15. (sic)
16. People = Shit
17. Surfacing

– ‘Til We Die –

Show completo

 

Fotos:

Tenho Mais Discos Que Amigos

G1

G1

Foto: Herbert John

Foto: Herbert John

Sou de BH, e a banda confirmou duas datas no Brasil, uma em SP outra no RiR, com isso foram dois meses na dúvida de ir ou não e como ir, caravana ou sozinho (sozinho mesmo), e em qual ir. O tempo se passou e decidi deixar pra lá o sonho, em outra ocasião ia ter outro show, mas achei o pessoal da BHM turismo para caravana tanto para o RiR tanto para o show em SP, acabei optando por ir no show de SP, budzone e tudo mais. Acabou que deu um problema e excursão cancelada, compraram meu ingresso e me ofereceram o RiR, aceitei. No dia saímos de BH às 00hr do dia 25, chegamos no Rio às 10hrs, isso tudo de ônibus, num calor que tava a cidade no dia. Dps de tudo isso fomos para o evento e que evento, tanto palco Sunset e o Mundo com grandes shows. O show do Slipknot foi algo único, foi o primeiro, e tenho uma lista extensa de grandes shows, mas nada como o show da sua banda preferida, o clima, a atmosfera, o público, O SHOW. Um show perfeito, melhor do que imaginei, uma sensação de liberdade e pureza. Na época tinha 19 anos, fui sozinho (não conhecia ninguém na caravana, nos conhecemos no ônibus) para o Rio, e faria tudo novamente com todos os fatores contra, contra a familia e tudo. Slipknot é algo libertador (sem maggotisse). Vida longa a nós todos! Herbert John, 21 anos, Belo Horizonte – MG

 

Foto: Renan Facciolo - Reduto do Rock

Foto: Renan Facciolo – Reduto do Rock

São Paulo – 27/09/2015

Setlist/Vídeos:

– XIX –
1. Sarcastrophe
2. The Heretic Anthem
3. Psychosocial
4. The Devil in I
5. AOV
6. Vermilion
7. Wait and Bleed
8. Killpop
9. Before I Forget
10. Sulfur
11. Duality
12. Disasterpiece
13. Spit it Out
14. Custer

– 742617000027 –

15. (sic)
16. People = Shit
17. Surfacing

– ‘Til We Die –

Fotos:

Wesley Carlos – Slipknot BR

Midiorama

Renan Facciolo – Reduto do Rock

Denis Ono – Roadie Crew

Fabricio Vianna – Rolling Stone

André Luiz – Metal Revolution

Tenho Mais Discos Que Amigos

No dia do show, fomos de carro para São Paulo, eu e mais 2 amigos. Somos do interior de SP, para ser mais exato, de Santa Barbara d'Oeste. No caminho, ainda dentro da nossa cidade, batemos em um motoqueiro (pensamos que o show acabaria por ali mesmo), que por alívio não passou de um susto, prestamos ajuda à ele, e não foi nada de mais grave! Chegamos no show, os portões ainda estavam fechados. Fui o único dos 3 que comprei a vip,e enquanto estava na fila até entrar, e ficar a 1 metro da grade, fiz algumas amizades que mantenho contato até hoje! Durante o show do Mastodon, foi aquela chuva intensa e eu morrendo vontade de mijar, e foi ali mesmo, e no meio daquela chuva que mijei (desculpe se alguém sentiu um quentinho na perna kkkkkkkkk mas não iria sair dali por nada). Quando finalmente começou o show do Slipknot, demorava para cair a ficha, e mesmo tendo ido no Monster Of Rock, a sensação era totalmente diferente, pois agora eu estava na grade já, ouvindo as novas musicas, e podendo realizar outro vez meu sonho, e de presente ainda ganhei a baqueta do Shawn! ? Na volta do show, eu ainda estava sem palavras, sem acreditar. O caminho inteiro mostrando alguns vídeos que gravei, e admirando aquele presente, e já pensando onde iria pendurar em meu quarto (hoje está na parede de frente a minha casa, todo dia que acordo é a primeira visão que tenho pela manhã).

Foto: Lucas Hermiro

No dia do show, fomos de carro para São Paulo, eu e mais 2 amigos. Somos do interior de SP, para ser mais exato, de Santa Barbara d’Oeste.
No caminho, ainda dentro da nossa cidade, batemos em um motoqueiro (pensamos que o show acabaria por ali mesmo), que por alívio não passou de um susto, prestamos ajuda à ele, e não
foi nada de mais grave!
Chegamos no show, os portões ainda estavam fechados. Fui o único dos 3 que comprei a vip,e enquanto estava na fila até entrar, e ficar a 1 metro da grade, fiz algumas amizades que mantenho contato até hoje! Durante o show do Mastodon, foi aquela chuva intensa e eu morrendo vontade de mijar, e foi ali mesmo, e no meio daquela chuva que mijei (desculpe se alguém sentiu um quentinho na perna kkkkkkkkk mas não iria sair dali por nada).
Quando finalmente começou o show do Slipknot, demorava para cair a ficha, e mesmo tendo ido no Monster Of Rock, a sensação era totalmente diferente, pois agora eu estava na grade já, ouvindo as novas musicas, e podendo realizar outro vez meu sonho, e de presente ainda ganhei a baqueta do Shawn! ?
Na volta do show, eu ainda estava sem palavras, sem acreditar. O caminho inteiro mostrando alguns vídeos que gravei, e admirando aquele presente, e já pensando onde iria pendurar em meu quarto (hoje está na parede de frente a minha casa, todo dia que acordo é a primeira visão que tenho pela manhã).

 

Foto: Leandro Carvalho

Foto: Leandro Carvalho

 

 

Foto: Vinicius Gamarano

Foto: Vinicius Gamarano

Corey Taylor: “Espero que o Slipknot tenha uma carreira histórica”

November 11, 2015 in Banda

Rock in Rio 2015 -  I Hate Flash/Divulgação

Rock in Rio 2015 – I Hate Flash/Divulgação

Tem havido muita conversa sobre a falta de bandas headliners mais jovens que possam lotar festivais, mas se há uma banda da próxima geração que parece pronta para herdar o trono de ser um dos atos “históricos” do gênero, ela pode ser muito bem o Slipknot.
Durante um bate-papo com a rádio Vorterix da Argentina, Corey Taylor foi perguntado se ele imaginou sua banda seguindo os passos de Black Sabbath e Deep Purple e tornando-se um ato verdadeiramente “histórico”.

O vocalista responde: “Talvez, a partir do momento que os fãs estejam conosco… Está fora das nossas mãos. Os fãs são aqueles que nos colocam onde estamos, e é o tipo de coisa bonita sobre eles. Nós apenas fazemos o que fazemos e os fãs que nos levantam e eles nos colocaram nessa área”.

Corey diz que um show como o recente Rock In Rio o fez pensar que é possível. “Foi provavelmente um dos melhores shows que eu já toquei e todo mundo estava falando sobre isso por dias. Então, para nós, é obviamente algo que queremos ser “.

O cantor diz que ele é sempre respeitará as bandas que vieram antes deles e eles também tentam mostrar respeito para com a próxima geração de bandas que vêm depois deles. “Se nós podemos ser que esse tipo de banda com esse espírito mais uma vez, então por que não? – Por que não nós?”

Enquanto que o núcleo da banda não está mais intacto, com a morte de Paul Gray e a saída de Joey Jordison, o Slipknot tem as peças no lugar para assegurar uma carreira longa. O baixista Alessandro “Vman” Venturella e o baterista Jay Weinberg preencheram as vagas, embora os dois novos músicos “estão com a banda” ao invés de “na banda”, segundo Corey.

Em entrevistas, o percussionista Shawn “Clown” Crahan revelou que ele prevê o Slipknot sendo o tipo de banda que pode continuar mesmo além da formação atual de músicos. “Se nós podemos mantê-lo seguindo, se é que podemos manter a filosofia e a cultura fluindo, não há nenhuma razão para não continuar”, revelou Clown. “Não se surpreenda se um dia, você sabe, ninguém estiver banda. Serão novas pessoas. Eu estarei com 80 anos e haverá um novo Slipknot em movimento. Quero dizer, nós temos dois novos rostos agora, cara. Nunca se sabe, o meu filho pode assumir “.

Se for esse o caso, deve-se notar que, ambos Black Sabbath e Deep Purple, tiveram seu quinhão de mudanças de formação ao longo dos anos, mas ainda estão entre as bandas de rock e metal mais emblemáticas. Assim como Clown afirma, o Slipknot poderia continuar com os membros indo e vindo, desde que os valores fundamentais permanecem intactos e como Corey afirma, os fãs continuem empenhados.

 

Fonte: Loudwire

Corey Taylor: “A maioria dos americanos parecem ter nascido sem qualquer senso de ironia, sarcasmo ou humor”

June 27, 2015 in Banda

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“You’re Making Me Hate You: A Cantankerous Look At The Common Misconception That Humans Have Any Common Sense Left”, o novo livro de Corey Taylor, será lançado no dia 07 de julho através de Da Capo Press.

 

Corey vai promover o livro com uma série de eventos em uma livraria e uma turnê solo que mostrará pequenos trechos que caracterizam leituras do livro, uma apresentação acústica, e palestras com discussão.

 

Perguntado se ele espera que seu livro mais recente mude o fato de que grande mídia ainda não parece ver o humor ou teatro em sua música, Corey disse á NME.com:

 

“Isso costumava me incomodar muito, para ser honesto. Tipo, eu realmente ficava chateado. Mas… Então você percebe que a maioria dessas pessoas são americanas! A maioria de nós parece ter nascido sem qualquer senso de ironia, sarcasmo ou humor. Tudo é levado a sério demais e, literalmente, no meu país isso é quase ofensivo. As únicas coisas que os americanos vêm em camadas são bolos. Então, eu só balanço a cabeça. De muitos modos, eu meio que escrevi este [livro] para meus fãs ingleses, porque agora eles entenderam que eu sou um idiota desde muito tempo. “

 

Corey também falou sobre as semelhanças entre suas abordagens à escrita e à música. Ele disse:

 

“Bem, eu tenho algo a dizer, eu quero mostrar um ponto, mas eu também não quero ser um maldito idiota tedioso.  Eu quero que as pessoas ao lerem o meu livro, riam e pensem. É isso. Do mesmo modo, não me preocupo se um álbum vai bater o número um, ou se teremos um single que será número um, ou qualquer coisa assim. Se eu amo a música, então não há nada que eu não vá fazer pela a música, e eu vou colocá-lo para fora. Mas depois disso, você não pode ter mais expectativas, porque isso colore a maneira com que você faz música, ou que você escreve, ou o que quer seja. É a morte da criatividade. “

 

Durante uma aparição no podcast Nerdist, Corey falou sobre “You’re Making Me Hate You”:

 

“É brutal. É somente eu, basicamente, destruindo todos.”.

 

Corey disse que o seu título original – que a editora se recusou a permitir que ele usasse – foi “You’re Making Me Hate You (Or How Justin Bieber Sucked A Million Dicks To Make His Money)”, algo do tipo: Você está me fazendo odiá-lo (Ou como Justin Bieber chupou um milhão de p*** para fazer seu dinheiro).

O último livro de Corey “A Funny Thing Happened On The Way To Heaven” foi publicado no verão de 2013 e desembarcou na lista de best-sellers no número 23 do New York Times como “Não-Ficção”.

Seu primeiro livro, lançado em 2011 “Seven Deadly Sins: Settling The Argument Between Born Bad And Damaged Good”, também entrou na lista como número 26.

 

Fonte: Blabbermouth 

Corey Taylor fala sobre a nova tour, Stone Sour e um possível novo álbum.

January 12, 2015 in .5: The Gray Chapter, Banda, Prepare For Hell Tour, Slipknot 2015, Slipknot Live

Quatro anos se passaram desde a morte do membro fundador, Paul Gray, e o Slipknot está de volta ao topo das paradas e ao topo do jogo deles, também. Corey Taylor falou ao Ronan McGreevy sobre o show na Irlanda, na semana que vem.

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Slipknot estaria pensando em lançar um novo álbum quando a turnê terminar?

January 9, 2015 in .5: The Gray Chapter, Banda, Corey Taylor, Joey Jordison, Novo Álbum 2014, Paul Gray, Prepare For Hell Tour, Slipknot, Slipknot 2015, The Negative One

 

Corey Taylor foi entrevistado recentemente pelo The Irish Times e falou sobre um possível novo álbum. Abaixo você pode ler alguns trechos:

“Nós estamos conversando sobre isso. Nós não queremos nos apressar e fazer qualquer coisa. Agora que já contamos essa história que queríamos contar, estamos definitivamente pensando nisso. O tempo dirá. Esta banda tem o hábito de se aventurar e não é um espetáculo fácil de se fazer. No momento em que terminarmos a turnê com ‘.5: The Gray Chapter’,  nós precisaremos de algum tempo longe, mas nunca diga nunca. Este álbum provou que nunca estamos em uma perda de ideias musicais. Provamos que podemos fazê-lo bem e ainda fazer o tipo de música que queremos fazer “.

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Vol. 3 – Especial 10 Anos

October 2, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Corey Taylor, James Root, Joey Jordison, Mick Thomson, Novo Álbum 2014, Paul Gray, Shawn Crahan, Sid Wilson, Slipknot 2014

Slipknot-Vol.-3-The-Subliminal-Verses-2004

O Slipknot é capa da última edição da Revolver, que está nas bancas e disponível online. Enquanto a banda se prepara para lançar o seu novo álbum altamente antecipado, .5: The Gray Chapter , a Revolver volta no tempo da fabricação de cada um dos álbuns anteriores dos maníacos mascarados.

Aqui, os membros da banda que gravaram em 2004 o Vol. 3: (The Subliminal Verses) – incluindo o falecido baixista Paul Gray e o ex-baterista Joey Jordison – voltam no tempo para analisar o então clássico álbum, que inclui canções como “Duality”, “Before I Forget” e “Vermilion”. A matéria foi lançada originalmente em 2011 no “Book of Slipknot’ special issue”.

Para ajudá-los a expandirem além do ódio, nojo e sobrecarga do metal, eles recrutaram Ross Robinson como produtor, Rick Rubin como guru de estúdio, que já havia trabalhado com todo mundo desde o Slayer até Johnny Cash; para gravar um novo álbum que é, inegavelmente, vicioso e assustador, mas também conta com ganchos de ritmo suficientes e harmonias vocais de trazer a banda de volta para mais perto do mainstream. Os resultados ainda são pouco convencionais ou confortáveis, no entanto. Mesmo as baladas de rádio como “Vermilion Pt. 2” e “Duality” estão cheias de toques experimentais e inegável escuridão.

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Corey Taylor diz que fazer o .5 The Gray Chapter foi “mais emocional do que estressante”

September 26, 2014 in .5: The Gray Chapter, Banda, Corey Taylor, Novo Álbum 2014, Slipknot, Slipknot 2014

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Corey Taylor afirmou que a banda não sentiu qualquer tipo de pressão fazendo o seu primeiro álbum em seis anos, o .5: The Gray Chapter, chamando a experiência de “mais emocional do que estressante.”

O novo CD é o primeiro do Slipknot desde a morte do baixista Paul Gray em 2010 e a demissão do baterista Joey Jordison no final de 2013.

Em declarações à estação de rádio Q105.1 em Fargo, North Dakota, Corey disse:.. “A grande coisa sobre essa banda é que nós nunca colocamos algemas em nós mesmos criativamente. Se estamos nos sentindo de um jeito, vamos dessa forma, se nós não estamos, então nós tendemos a ir na direção oposta. É uma das razões pela qual levou tanto tempo para realmente começar a pensar em fazer um novo álbum, porque nós não íamos fazê-lo até que estivéssemos prontos”.

Ele continuou: “Quanto a pressão, nunca tivemos muita pressão, porque nos aproximamos desse jeito. Somos, tipo, ‘Nós vamos fazer o que queremos. Se ninguém escutá-lo, tudo bem , mas já cumprimos com alguma coisa dentro de nós mesmos. “Por isso, foi mais emocional do que foi estressante, para ser honesto. Porque preencher o lugar de Paul, especialmente, foi difícil. Ele era uma parte tão integrante do processo de composição e tinha um bom ouvido para isso, sabíamos que nós todos iríamos ter que entrar e preencher este lugar, e eu acho que nós fizemos um grande trabalho. Jim [Root, guitarra] veio com algumas coisas de arrebentar, eu trouxe algumas coisas, Clown [Shawn Crahan, percurssionista] trouxe algumas coisas com uma atmosférica realmente arrebatadora que fomos capazes de construir em boa música. Acho que todos nós realmente nos aproximamos do desafio, e eu acho que foi porque queríamos. Não foi porque sentimos que tínhamos [a obrigação]; sentimos que queríamos, que queríamos ser capazes de fazer isso, de fazer novas músicas com essa banda novamente. Então não foi muito estressante como foi poderoso”.

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Corey Taylor fala sobre Joey Jordison e James Root

September 25, 2014 in Banda, Corey Taylor, James Root, Joey Jordison, Novo Álbum 2014, Slipknot 2014, Stone Sour, The Negative One

A “coisa do Jim” a que se refere Corey é a demissão do guitarrista Jim Root do Stone Sour, em maio, algo que deve ser particularmente difícil, uma vez que ele ainda toca no Slipknot. Certamente, o próprio Jim não estava satisfeito, postando nas redes sociais: “Eu não estou mais na banda. Não é a minha decisão. Não estou contente com isso.”

“Isso levou a um confronto, para colocá-lo bem”, admite Corey. “Mas, literalmente, tudo veio à tona, em seguida, tudo se desfez porque sabíamos que tínhamos este projeto para trabalhar. Eu não queria que meu foco fosse dividido e nem o foco dele, então nos sentamos e conversamos por 20, 30 minutos – e nós estávamos no estúdio – antes mesmo de começar. Nós escancaramos. Ele se sentiu muito mal e eu me senti horrível por ele estar passando por isso. É apenas uma daquelas coisas em que você tem que tomar decisões na vida e você não vai gostar delas, mas no final das contas, você tem que fazer o que é certo para o todo maior”.

Para nós que analisamos a situação “de fora”, nos parece como se fosse diferenças musicais com Jim e mais uma coisa de personalidade com Joey. É justo esse comentário? 

“Não, realmente não”, responde Corey. “Jim é uma das pessoas mais incrivelmente talentosas que eu conheço. Foi uma diferença, não de direção, mas apenas no objetivo das coisas, sabe? Não há muito que eu possa dizer sobre isso agora porque estamos voltando [com o Slipknot] e a última coisa que eu quero que aconteça é que ele leia isso e entenda errado. Qualquer coisa que eu dizer aqui que eu vou dizer na cara dele também, por essa razão é difícil fazer isso, mais do que qualquer fã entenda. Há momentos em que as coisas começam a esquentar e nós temos que sentar e conversar. Basicamente, quando o seu amigo não está feliz, você tem que encontrar uma maneira para que ele seja feliz, não importa como, e se for preciso tomar uma decisão difícil para que ele possa seguir em frente, então é apenas o que você tem que fazer. É chato e leva muito da alegria disso tudo embora, e é sobre isso que toda esta mer** deve ser! ”

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